DiVagar Gourmeco – comida excelente em Tiradentes

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Em Tiradentes, Minas Gerais, tem um bistrô muito charmoso comandado por um italiano. Misturando a culinária do país da bota com toques da culinária mineira, o Divagar Gourmeco apresenta pratos muito bem feitos e ricos de sabor.

O ambiente é bem simples, mas com uma decoração cuidada, com elementos que remetam tanto à cultura italiana, como a enorme bandeira que fica em cima de um móvel no centro do salão, quanto à cultura e artesanato mineiros, com destaque para o imenso lustre de ferro fundido que encima as mesas ou as mesas e cadeiras, feitas com madeira e ferro e muito comuns na região do interior de Minas.

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Mas, vamos à comida! Comece pedindo uma entrada, que bebe na fonte (aliás, toma um banho de corpo inteiro) na culinária mineira. Linguiças com molho de tomate (R$25,00), Dip de pimenta com pães (R$15,00), o maravilhoso pastel de Angu (R$ 20,00) são apenas algumas das opções. O restaurante não tem um cardápio extenso, mas é do tamanho adequado. Como estávamos sem muita fome, pedimos uma frozen caipirinha de limão siciliano com mel de abelha (R$15,00, se não me engano), servida com o gelo triturado numa taça de martíni – e que era uma delícia – e partimos para os pratos principais.


Veja mais:


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Eu pedi um Risotto de gorgonzola com favo de mel (R$25,00) que me rouba as palavras até hoje e eu não sei o que dizer daquele prato. Uma delícia!!! O arroz no ponto correto, gorgonzola de ótima qualidade e o mel para adocicar sem dominar. De fato, um prato para levar para a vida.

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divagar gourmecoDani pediu o Prato Zé-cutivo do dia, que era um Parpadelle puxado na manteiga com bolinhos (R$25,00). O prato Zé-cutivo é rotativo e sempre tem uma novidade do dia. A massa também é excelente. As porções são individuais.


DiVagar Gourmeco

Rua Direita, 10, Tiradentes, Minas Gerais
Telefone: +55 32 3355-1955

Aceita MasterCard, Aceita Visa, Reservas, Assentos (informações do TripAdvisor)

Horas (conforme informações do TripAdvisor):
Dom 12:00 pm – 6:00 pm
Seg – Sex 12:00 pm – 3:30 pm
Sex – Sáb 7:30 pm – 11:00 pm

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Paris – Dia 5 – Jardin Des Plantes, Montmartre e Sacré-Coeur

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Por Amanda Sena

No nosso último dia em Paris fomos brindados com um lindo dia de sol. Aquele friozinho de 16 graus e céu limpinho com a luz perfeita. O azul combinou perfeitamente com o cenário do Jardin Des Plantes.

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Como sempre fomos até nosso primeiro destino do dia caminhando e admirando as construções da cidade. Paris é o lugar perfeito pra isso.

Confesso que não tinha lido muito, nem visto nada sobre o Jardin Des Plantes. Incluímos mais por causa da proximidade do local que estávamos hospedados. Isso nos faria ganhar tempo, já que o objetivo do dia era curtir o Montmartre.

E como é bom ser surpreendido, não é mesmo?! Toda a região onde o jardim está localizado é incrível. A vizinhança é super tranquila com vários prédios históricos e uma cara um tanto quanto medieval.

O jardim, propriamente dito, é do início do século XVII e foi o primeiro jardim real de ervas medicinais da cidade. É um dos maiores parques de Paris cheio de tralhas, flores, tipos de plantas e corvos, muitos corvos. Mesmo no outono haviam muitas flores coloridas. Cenário perfeito para lindas fotos.

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O parque também abriga o Museu de História Natural. Não tivemos tempo de visitar, mas já está nos nossos destinos obrigatórios em possível volta.

Em frente ao parque pegamos o metrô em direção ao Montmartre. Descemos na estação Abbesses para ir subindo até a catedral passeando pelo bairro. Mas atenção, essa estação tem muuuuitas escadas. Se descer nela, espere a fila do elevador. Só entendemos a fila da espera quando quase desistimos no meio da subida.

No caminho passamos por alguns dos cenários mais incríveis de Paris. Igreja St-Jean I’Evangéliste de Montmartre, Place des Abbsses, Place du Tertre – famosa por seus artistas de rua (cuidado com o assédio excessivo nesse local, todos querem faturar. Todos.) e as lojinhas super charmosas do bairro.

Ruas do Montmartre

Almoçamos num restaurante em frente a Place du Tertre. Não foi um dos lugares mais baratos, porém também não foi caro. EUR 24.00 por pessoa.

Place Du Tertre

Seguimos até a suntuosa, e realmente linda, Catedral Sacré-Cour. O prédio é de fato um deleite para os olhos. Sua cúpula é o segundo ponto mais alto de Paris, atrás apenas da Torre. Também é possível ir de teleférico, direto da estação Abbesses até a escadaria da Catedral. Eu, particularmente não recomendo, porque é nesse ponto que existe o maior assédio de vendedores ambulantes aos turistas. Além disso, recomendo muito o passeio pelas ruelas do bairro sem pressa.

IMG_0931 Sacré-Cour

Na descida, fomos também a pé até o famoso Moulin Rouge. O caminho pode ser um pouco intricado em função das ruas do bairro serem em vários desníveis (e cheias de escadarias que ligam umas às outras), mas com a ajuda de um mapinha de mão e o pedido de socorro a alguns franceses muito solícitos (não, isso não é ironia. Pedimos informações duas vezes e fomos muito simpática e prontamente ajudados) conseguimos chegar no nosso destino.

Moulin Rouge


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Paris – Dia 4 – Notre-Dame, Marais e Locações de Cinema

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Por Amanda Sena

Uma das minhas maiores vontades de conhecer Paris era poder passar por alguns dos lugares dos quais passei a minha vinda inteira ouvindo falar sobre, ou mesmo vendo pela tela, em alguns dos meus filmes preferidos como: Meia Noite em Paris, Antes do Pôr Do Sol, Último Tango em Paris e por aí vai…

Nosso quarto dia em Paris cumpriu perfeitamente esse objetivo. Tivemos a luxuosa companhia de dois guias de luxo, Bruno e Carol – nossos amigos e anfitriões do Expresso Paris – com dois moradores (e profundos conhecedores) da cidade a tira colo, tivemos a chance de conhecer a vida parisiense mais de perto.

Como sempre, começamos o roteiro do dia com uma caminhada até a Catedral de Notre-Dame. Entrar nesse lugar foi mais um sonho realizado. Além de ser gigantesca, os quadros, vitrais e esculturas dessa que é uma das principais igrejas em estilo gótico da Europa, são simplesmente de tirar o fôlego.

IMG_0675 IMG_0656 interior da Catedral

Sem falar na energia do lugar (a construção é de 1163), entramos na hora de um dos cânticos da missa. Um impacto daquelas vozes e do som do órgão estão na minha cabeça até hoje.  É de fato, uma visita obrigatória.

No caminho, entre o bairro de Monteparnesse e a Catedral passamos pela esquina em que o personagem de Owen Wilson espera a carruagem que o faz voltar no tempo de uma Paris da década de 1920, no filme Meia Noite em Paris, de Woody Allen.

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Escadinha onde Gil (Owen Wilson) esperava para fazer sua viagem no tempo

Escadinha onde Gil (Owen Wilson) esperava para fazer sua viagem no tempo

Já quase em frente a Catedral, outra locação de filmes amados: Shakespeare & Company. A livraria fofa onde o filme Antes do Pôr do Sol, com Ethan Hawke e Julie Delpy, começa. A loja é uma típica livraria antiga parisiense com livros do piso ao teto e gatos ronronando por cima das pilhas. Mais uma parada pra foto!

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Seguimos a pé num passeio pelas ruas do Marais, bairro jovem, com muitos artistas de rua, e uma mistura de comunidades de judeus, argelinos e asiáticos. Passamos por vários cinemas de rua, pela Prefeitura de Paris, e fomos até a famosa Place des Vosges, a mais antiga praça planejada da cidade, também conhecida como Praça Quadrada por sua impressionante simetria. O almoço foi em dos inúmeros mini restaurantes que vendem comida árabe. Um kebab baratinho e estávamos prontos para seguir o roteiro.

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À tarde finalmente pegamos um metrô para ir até uma parte mais afastada do centro turístico. A causa nobre era conhecer o Espaço Django Reinhardt. Um bar antigo, onde o próprio Django – exímio guitarrista e ícone maior do Jazz Manouche (ou Gypsy Jazz) e adorado por músicos ao redor do mundo, inclusive por meu marido, que me apresentou e fez me apaixonar pelo gênero – costumava se apresentar. Vale muito a pena a visita para quem curte boa música. De quebra, logo ao lado tem um famoso mercado de pulgas de Paris, o O Marché aux Puces, especializado em antiguidades. Para chegar lá, pegue a linha 4 do metrô na direção Porte de Clignancourt e desça na estação de mesmo nome (é a última).

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Na volta, ainda tivemos tempo para tomar uma cerveja na praça ao lado da casa onde viveu Ernest Hemingway, célebre escritor americano, que nasceu em 1899 e suicidou-se em 1961, justamente quando revisava a edição de “Paris é uma festa”. Dia longo, produtivo e inesquecível.

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Conhecer a gastronomia, conhecer um povo

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gastronomiaParrillada uruguaya no Mercado de Montevidéu

A gente viaja pelos mais diferentes motivos. Um dos mais fortes, para mim, é conhecer novas culturas, encontrar novas maneiras de viver, de fazer as coisas cotidianas, como comer, por exemplo. Sempre que viajamos, tentamos experimentar a culinária local, aquelas comidas nas quais os moradores se reconhecem. Comida com identidade e identificadora.

Conhecer a comida de um povo é conhecer o seu coração, as suas paixões.

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Os nossos roteiros, portanto, incluem sempre a experiência gastronômica em suas mais variadas formas. Desde visitas a restaurantes famosos, como os que visitamos em Tiradentes, passando por botecos pés de escada, até um de nossos passeios favoritos: conhecer mercados, feiras e supermercados. Sim, supermercados, porque não? Se no restaurante a gente conhece o coração de um povo, é no supermercado que a gente reconhece a alma gastronômica dele. (A partir deste ponto, quando eu me referir a Supermercado, estenda aos Mercados e Feiras. Escolhi os supermercados porque estão em TODAS as cidades, por todos os lados, quando nem sempre há feiras ou mercados acessíveis ao turista).

gastonomiaVisitando o supermercado COTO, na Argentina, antes do segurança gritar: SIN FOTO!

É impressionante como uma visita ao supermercado de um local pode trazer informações interessantes sobre a sua cultura. Nesses estabelecimentos, encontramos as matérias primas que se transformam nas paixões de um povo, nas suas paixões mais básicas, corriqueiras, cotidianas, desprovidas de maquiagens ou firulas. No mercado, eu posso me encontrar com as raízes do povo. Especiarias, temperos, a presença maior de um determinado produto ou itens de produção local que não são vendidos em nenhum outro lugar. Ali eu posso estar dentro das casas das pessoas sem, no entanto, entrar nelas.

gastonomiaVariedades de Ervas-Mate no mercado de Porto Alegre

A Gastronomia de um povo é muito mais que uma questão de sabor, mas uma questão cultural, histórica. Como disse o outro (acho que foi Brillat-Savarin), “Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és”. O que uma gente come é o retrato de um espírito local.

Além de tudo, os supermercados já nos renderam boas e péssimas lembranças culinárias. Eu já trouxe de minhas viagens comidas deliciosas como as massas originais de empanadas que vieram da Argentina ou o MARAVILHOSO molho de pimenta Sriracha, diretamente de Nova Iorque. Tive, também, a infelicidade de comprar uma mistura para cheesecake, em Buenos Aires, que só serviu para a foto e foi direto para o lixo (foi mal aí, Argentina, mas devia ter vindo na caixa que era “Aroma de plástico” ¬¬). Conhecer essas comidas prontas também me faz refletir sobre a sociedade que a produz e consome. Basta comparar a imensa quantidade de produtos congelados ou “fáceis de fazer” nos mercados americanos com a mania de praticidade daquele povo. No caso da Cheesecake argentina, descobri, rapidamente, que eles não gostam de doces tão doces quanto nós, brasileiros, por exemplo.

gastonomiaBelo, mas ordinário (a foto nem está boa, mas não podia deixar de mostrar)

Essas experiências, portanto, nos deram a oportunidade de participar daquelas culturas no seus íntimos, conhecer o que as pessoas daqueles lugares compram para comer com suas famílias, nas suas casas, nos seus dia-a-dias ou em seus momentos de comemoração. Conhecer e participar da gastronomia de um lugar é ser parte daquele lugar. É, talvez, o mais próximo que podemos chegar da experiência de ser um “local”.


Você costuma visitar feiras, mercados ou supermercados nos lugares que visita? Tem alguma história legal para contar? Compartilha aí nos comentários com a gente! =D


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Paris – Dia 3 – Louvre, Pompidou e redondezas

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Por Amanda Sena

Paris é definitivamente a cidade dos museus. Ainda quero (e vou) voltar para conhecer muitos mais. Mas infelizmente, como o nosso tempo era muito breve em cada cidade, escolhemos os imperdíveis de cada uma, para que pudéssemos equilibrar também com outras programações e andar pelas cidades.IMG_0492

Nosso primeiro destino foi o Louvre. Seguindo as dicas certeiras dos nossos anfitriões que sabem tudo de Paris, seguimos direto pro museu de metrô ainda cedinho para chegar na hora de abertura: 9h. Como o Louvre também era um sonho antigo, havia planejado ficar pelo menos uma manhã por lá. Ficamos lá dentro por cerca de cinco horas e não conseguimos ver nem 1/3 do museu.

Descemos na estação Palais Royal e ainda no subsolo, na saída do metrô, localizamos um coffeshop que vendia os ingressos (Você também pode comprar os ingressos online e evitar filas), como não tínhamos um dia fixo para ir no museu, optamos por comprar lá e demos muita sorte. Pagamos €16 por cada ingresso, que nos dava acesso a uma entrada especial, sem filas. Confesso que até hoje não sei o que exatamente aconteceu lá, porque ao que consta o ingresso especial, sem filas, é bem mais caro. Só entramos em menos de 10 minutos no museu. Sensacional.

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Entre as obras mais famosas em exposição no museu estão a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, La Liberté Guidant le Peuple por Eugène Delacroix, A Vênus de Milo, e o Código de d’Hammurabi. Claro que vimos todas as famosas, mas super indico as sessões da Grécia Antiga, Egito e Mesopotâmia. São de tirar o fôlego. Outra parada obrigatória são os Fossos Medievais.

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Saindo do Louvre dê uma boa caminhada pelo Jardin des Tuileries e também pela belíssima Rua de Rivoli.

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De lá, esticamos até o Paris Opera Garnier e o Centre Pompidou. Tudo andando. O Pompidou é mais um dos lugares incríveis de Paris. Um grande edifícil virado do avesso, como todas as suas “vísceras” expostas. Como chegamos já no final do dia, não aguentamos entrar para visitar as exposições. Também já chegamos num horário complicado que seria muito corrido. Então, sugiro que se visitar as exposições for sua prioridade, separe um dia só para isso. Para a gente só de poder sentir o clima do prédio já foi bem legal.

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Jantamos, bebemos e ouvimos boa música na região do Les Halles. O bairro é famoso por ser frequentado por muitos jovens e é cheio de ruelas repletas de restaurantes com mesinhas na rua no entorno do museu.  Fizemos o caminho de volta – a pé – até o Louvre novamente para ver a pirâmide acessa. Ahhh… Paris e suas luzes.

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Lhama Lhama – fugindo do óbvio em Gramado

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É característico: em Gramado, não há restaurante que resista muito tempo sem aderir à famigerada sequência de fondues. É uma demanda expressiva dos clientes e que se revela na concorrência entre os estabelecimentos e pipoca nas fachadas: “Temos sequência de fondues”. Encontramos o danado do anúncio homogeneizador até num PUB irlandês! Nesse mar de queijos bem diluídos em vinho, há uma opção para aquele turista que quer fugir do óbvio em Gramado: A Lhama Lhama panadería.

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Nós encontramos o espaço por acaso, localizado no Boulevard de São Pedro, sem alarde, justamente em frente à Fonte do Amor Eterno. A panadería tem um projeto bem descolado, com uma pegada retrô e moderninha. Não espere o luxo estereotipado de Gramado (às vezes até emulado). Essa não é a proposta do lugar. São os próprios sócios quem atendem e lhe servem as delícias produzidas na casa, no andar superior da Lhama Lhama (aliás, que nome legal! Muito a ver com o espírito do lugar).

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Eles produzem tortas, cheesecakes, empanadas, petit gateau, etc. Nós experimentamos as empanadas argentinas (R$ 6,00, cada), que em nada deixam a desejar às originais porteñas, e a cheesecake de doce de leite (R$14, a fatia), com um toque de gengibre e limão que agregam refrescância à sobremesa e ajudam a cortar o doce exagerado. Muito bem feitas e muito saborosas. Ponto para o Lhama Lhama.

lhama lhama

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Aos sábados e aos domingos, cardápio especial. Quando fomos, eles estavam servindo feijoada aos sábados e bobó de camarão aos domingos. Como o menu fica escrito com giz numa parede, imagino que o cardápio seja mutante, o que permite sempre uma renovação do espaço. Bem legal!

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A Lhama Lhama, então, é uma opção super válida para quem está indo a Gramado e quer fugir do óbvio queijo fundido que até as pedras de meio fio estão servindo. Claro, a fondue de queijos é um clássico que deve ser sempre reverenciado. Mas é na inovação que estão os ares mais refrescantes. E as experiências mais avivadas.


Lhama Lhama Panadería

Av. Borges de Medeiros, Loja 10, Gramado – RS


 

 

 

Paris – Dia 2 – O Jardim, a Torre e o Arco

Paris

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Por Amanda Sena

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O dia começou com caminhada. Já tínhamos decidido que o nosso destino principal seria a Torre Eiffel, e a nossa decisão foi por ir à pé e ver todas as maravilhas que o caminho nos reservava. Aí está a vantagem de caminhar: caso pegássemos o metrô ou um táxi, perderíamos todas essas nuances da cidade. Fomos a pé!

Traçamos o trajeto, botamos o guia na bolsa e ‘sebo nas canelas’.  Cada ruazinha que se passa em Paris é um deslumbre, a cidade tem uma arquitetura muito peculiar. Nada de prédios altos, tudo é muito harmônico, com tons pasteis. Parece, de fato, um quadro. O outono (viajamos em outubro) deixou tudo ainda mais plástico, um verdadeiro cenário de filme “art noveau”.

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Nossa primeira parada foi o Jardim de Luxembrugo, que fica em frente ao Palácio de Luxemburgo, construído no século XVIII. Lugar maravilhoso que merece uma parada e muitas fotos. Não deixe de visitar a Fontaine Médicis, que fica dentro do jardim. Praticamente uma pintura de Monet.

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Continuamos nosso trajeto de caminhada passamos pelo Museu Nacional de Moyen e também pela bela igreja de St Michael. Seguimos  margeando o Rio Sena, até chegar a vedete do dia.

Claro que no trajeto paramos pelo menos uma 50 vezes. Cada ponte e cada prédio histórico valia um clique. A parada mais longa – e nessa nos rendemos à tentação de turistar – foi na Pont des arts, a famosa ponte dos cadeados (a mais tradicional), na qual colocamos um cadeadinho e jogamos as chaves no rio, como manda a tradição. Recentemente, todos os cadeados foram removidos da ponte, porque o peso estava danificando a estrutura. O que é completamente compreensível. Na verdade, a gente só caiu na tentação, porque somos românticos incorrigíveis.

Mais adiante, admito que bateu aquela emoção quando avistei de longe a primeira pontinha da Torre Eiffel. É realmente uma construção intrigante e imponente. Embaixo dela, todo aquele burburinho dos grandes pontos turísticos.  Mas, de fato, a visita é obrigatória.

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Optamos por não subir na torre, porque tentamos comprar os ingressos com antecedência (de mais de um mês) pela internet, mas estavam esgotados. Na hora, as filas estavam simplesmente impraticáveis e perderíamos muito tempo. A decisão foi subir no Arco do Triunfo, ao invés de subir na Torre. Decisão essa, que depois, conclui que foi a melhor que tomamos, uma vez que achei a vista o Arco muito mais interessante. Explicarei adiante. Antes de partir, no entanto, fizemos um lanche perto da torre. Um cachorro quente de rua, no melhor estilo “tou economizando ao extremo”. Se quiser algo mais sofisticado, ao redor da Torre tem vários cafés e restaurantes, com mesinhas nas ruas. Um charme tipicamente parisiense.

Atravessamos a ponte para o lado oposto do Rio onde estão os Jardins do Trocadéro, que na verdade é de onde tiramos as fotos mais legais da Torre, mais até do que do lado do Parque Champ de Mars, que achei a grama bem judiada, até por isso acho que algumas partes estavam isoladas.

Do Trocadéro seguimos caminhando até o Arco do Triunfo. Aqui uma dica é valiosa: nunca, jamais, em hipótese alguma, tente chegar até o arco atravessando a avenida. Conheço pessoas que tentaram e pode ser bastante perigoso. Atravesse pela passagem subterrânea. Existem várias indicações no local.

A escolha de subir no Arco e não na Torre também foi bastante assertiva. Afinal de contas, do alto do Arco temos uma das mais belas vistas de Paris com aquele que é o maior símbolo da cidade: a Torre. Além disso, também dá pra ver a Sacré Coeur, linda, no alto da colina do Montmartre. Achei Perfeito!

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Atenção apenas a um detalhe, a subida ao mirante pode ser bastante cansativa, são 284 degraus em uma escada espiral, e estreita, totalizando 50 metros de altura. Lembre que além de subir, você precisa descer pela mesma escada. É meio tenso (pelo menos pra mim que tenho medo de escada), mas achei que vale muito a pena, é mais barato (EUR 9) e tem menos fila. Indico. Ainda no arco, não deixe de visitar o túmulo do soldado sem nome e observar os personagens esculpidos na fachada.

Depois de toda essa maratona, ainda tivemos fôlego para fazer o mesmo caminho de volta até a Torre e vê-la iluminada a noite. Vale muito a pena. Dica: tente chegar (ou ficar) para as horas redondas (19h, 20h, 21h), que é quando as luzes piscam durante cinco minutos. Coisa linda de se ver.

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Villa Foria – pizza de alta qualidade

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Nos últimos anos, a pizza tem se tornado uma queridinha do povo recifense. Em todo canto, a toda hora, aparece uma pizzaria com a promessa de “pizza de verdade”, pizza gourmet e toda sorte de apelido para as redondas. Pois muito bem. O Serviço de Bordo foi convidado a conhecer uma dessas pizzarias recifenses e o Bordoso aqui foi lá conferir o que a Villa Foria (fala-se fória) tinha a oferecer.

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Fonte: Divulgação

Logo no primeiro contato, dá para perceber o ambiente bem cuidado, instalado num casarão do início do Século XX, com ambientes internos com ar condicionado e externos com a graça do ar da rua e da delícia do bairro das Graças. Ficamos numa mesinha externa e a graça do ar da rua foi um tanto molhada, por que chovia e uma parte das mesas é coberto com ombrelones, que certamente são lindos e ultra agradáveis em dias secos. Em dias molhados, funcionou pela metade. Mudamos de mesa e tudo ficou uma maravilha. Uma mesa ainda do lado de fora, mas na varanda da casa. Muito bom.

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Fonte: Divulgação


Veja +

Udon Cozinha Oriental – Recife

Haus Lajetop – Um Bar na Laje no Recife

Sequência de Fondue em Gramado – St. Haubert.S

Lhama Lhama – Fugindo do Óbvio em Gramado


De entrada, nós pedimos umas Trouxinhas Recheadas (R$25,90) de massa caseira frita e recheadas com 6 opções. Nossas escolhas foram o queijo provolone, a carne de sol com queijo de coalho e o camarão com Catupiry. Uma delícia de massa sequinha, com recheio bem feito e muito bem acompanhada de um mel de engenho esperto! Eu teria comido dois pratos daquilo, mas tinha mais por vir…

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Continuando, nós pedimos duas pizzas grandes, que são as vedetes da casa. A primeira, como sempre acontece em nossas visitas a pizzarias, foi a de Margherita (nosso pizzômetro) com metade de Peperoni ao pesto (R$52,90). Aqui, o restaurante mostra ao que veio e se diferencia de todas as outras pizzarias recifenses que eu já visitei. A massa é extrafina e crocantíssima. A Margherita veio com tomates cerejas, o que trouxe um adocicado e colocou a pizza no meu “Top 5 Margheritas do Mundo”. A de peperoni estava boa, mas achei o pesto estranho, mesmo adorando o molho. Acho que o pesto foi assado e isso deu um amargor a ele.

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A segunda pizza (#monsterfeelings) foi mais inventiva. Mezzo Salaminho com Queijo do Reino, mezzo Lombo Canadense com Abacaxi e Bacon (R$55,90) – um minuto de silêncio de reverência para essa pizza. Deliciosas, a de lombo canadense tem meu coração. Você pode pensar que se trata de uma combinação estranha, mas o resultado é uma pizza de sabor refrescante e inusitado. Eu já havia provado algo semelhante na Colômbia, com o que eles chamas de Hawaiana. Muito bom!

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Para finalizar (#demoniodatasmaniafeelings), pedimos uma brotinho de Nutella – praise the Lord – com morango. Uma surpresa: todas as pizzas doces da casa recebem uma pequena camada de Catupiry para quebrar o doce exagerado e funciona. Mas aí tem um problema. Eu ADORO pizza extremamente doce, com uma camada gorda de chocolate ao leite. Aí eu gostei, mas não ficou no rol das minhas favoritas. Mas é muito saborosa. Não deixe de pedir.

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Um detalhe: No Villa Foria, a tendência é comer as pizzas com as mãos, mas com luvas de plástico. Confesso que comi com a luvinha, mas um tubinho de álcool em gel na mesa e eu teria metido minhas próprias mãos naquela maravilha! E ainda teria economizado as cerca de 5 luvinhas que gastei. O meio ambiente agradece! \o/

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O Villa Foria tem mesmo uma pizza especial, com uma massa que ainda não vi igual no Recife, num ambiente bem agradável e com um atendimento nota 10. Não vejo a hora de voltar lá!


Villa Foria Pizzeria & Ristorante

Local: Rua das Graças, nº 239, Graças, Recife – PE.
Horário: das 18h às 0h, de segunda a sábado, e das 17h30 às 0h, aos domingos.
Formas de pagamento: dinheiro e cartões Visa, Mastercad, Hipercard, American Express e Diners Club.
Informações: (81) 3204.7154

www.villaforia.com.br | f:/villaforiapizza | i: @villaforia


E você, já foi no Villa Foria? Provou o que, lá? Divida sua opinião com a gente aí nos comentários! =D

 

 

 

Fenearte 2015 – Achados da 16ª edição

Se você está em Recife essa semana já deu de cara com um dos muitos leões de barro do Mestre Nuca espalhados pela cidade e já sabe que estamos em tempos de Fenearte. Essa é a 16ª edição da maior feira de artesanato da América Latina e esse ano homenageia o Mestre Nuca de Tracunhaém e o poeta Louro do Pajeú . A feira traz esse ano mais de 5 mil expositores em 800 espaços com artesanato de cidades de Pernambuco, todos os estados do Brasil e 51 países (é muito box, minha gente!)

A gente deu um pulinho na feira e fiz Rodrigo me acompanhar por todas as ruazinhas (adoro!). Fizemos uma cobertura de alguns achados no Snapchat e agora vim compartilhar alguns itens que chamaram nossa atenção e outros que trouxemos para casa. Vem comigo.

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Flores de cerâmica do Vale do Jequitinhonha de Minas Gerais

Casinhas de Minas

Casinhas fofinhas no estande de Minas gerais

bandejas de Minas

Bandejas e Galinhas mineiras

Temos uma quedinha pelo artesanato mineiro sim ou com certeza? Se você também é do nosso time se liga que Minas está representada em muitos estandes ao longo da feira. A feira conta com o sempre presente estande lotado de peças de cerâmica do Vale do Jequitinhonha e outros com muitas peças  decorativas e móveis de madeira. Ainda não sei porque não trouxe meu banquinho de madeira! Para quem ama o artesanato em madeira e ferro de lá, ou sempre quis uma galinha de angola ou um divino mineiro para chamar de seu, essa é a chance de conseguir um achado.

 Petrolina

Banquinhos talhados em madeira, de Petrolina

 

Paraíba

Arte sacra no estande da Paraíba. Os santinhos custam R$ 35,00

 

Pendentes Leny

Pêndulos de Leny’s, de Tracunhaém. R$ 30,00 cada

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 O que dizer dessas máscaras meio O grito? Também no estande de Leny’s. R$ 50,00 cada

 

 

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pinhas

As criações de Ana rios e Regina do estande 352 ganharam nossos corações. Passadeira de mesa em formato de folha de bananeira e jogo americano em formato de folhagens, abacaxi, caju! Genial! Os vasos e pratos de cerâmica também estão lindos e com ótimo preço.

 

Flor de Madeira

Flores de madeira de Holambra. R$ 2,00 a unidade

 

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Matrioskas fofinhas

 

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Os pendentes turcos que a gente sempre namora. Os preços variam entre R$ 800,00 a R$ 1.400,00

 

Os achados que trouxemos para casa:

Processed with VSCOcamPorta coisinhas de Freedom Cavalcanti, do estande de Olinda (R$ 10,00 cada). Genial essa reutilização de latas de sardinhas! Podem ser porta sachês ou nichos encaixáveis para porta bijous. Amei.

 

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Fonte de cerâmica do estande de Paulo Sérgio, mais um artesão olindense (R$ 60,00 ). Rodrigo quer ciar um cantinho zen. Mas tenho sérias suspeitas que Jadinha fará de bebedouro.

 

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Vasinhos cabeças do estande Cerâmica do Cabo. (R$ 15,00 e R$ 20,00). Acho que esse é um dos estandes mais legais de toda a feira, as criações são lindíssimas e ainda conta com um artesão fazendo as  peças no meio da muvuca. Se você curtiu as nossas cabecinhas, lá tem de todos os tamanhos e formatos de penteados. Os vasos pendentes e pratos decorativos da Cerâmica do Cabo também estão de babar. Não deixe de conferir, vai por mim!

 

A Fenearte segue até domingo 12 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco.

Segunda a sexta, das 14h às 22h. De sábado a domingo das 10h às 22h. Ingressos de segunda à sexta, R$ 10 (inteira) e R$5 (meia); sábado e domingo R$12 (inteira) e R$6 (meia).  

Se você estiver com uma visita programada, recomendo fortemente que opte pelo translado gratuito que sai do shopping Tacaruna a cada 15 minutos.  Deixe seu carro no shopping e vá ser feliz sem se preocupar em conseguir uma vaga.

Paris – Roteiro de 5 dias – Dia 1

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Por Amanda Sena

Hoje vamos começar uma série de posts com um roteiro de 16 dias pela Europa. Nessa viagem, nós passamos por Paris, Bruges, Bruxelas, Amsterdam, Berlim e Frankfurt.

Vale esclarecer o seguinte: nossa viagem foi no esquema “low budget”, o que não tirou, em absolutamente nada, o brilho, a diversão e o encantamento que a Europa é capaz de proporcionar. Viu? Dá para ir à Europa gastando pouco, sim! =D

Outra coisa a ressaltar: nesses roteiros, é essencial estar disposto a andar muito. Muito, mesmo. Foi assim que nós fizemos e o roteiro sugerido está baseado nessa premissa. Claro, dá para usar outros meios de transporte. É só adaptar e ser feliz!

Serão um post para cada dia do roteiro e um post geral para a Bélgica.

EUROTRIP –  PARIS 

A Europa sempre foi um sonho antigo, e não somente pela fama e glamour que um lugar como Paris possa ter, mas principalmente por tudo que o velho continente representava para mim: cultura. Só de pensar na efervescência da música, museus, artistas de rua, arquitetura,história… os cenários de tantos filmes queridos… Tudo era muito emocionante e a primeira parada dessa jornada não poderia ser outro lugar que não Paris – a boa e velha (e ainda muito charmosa) cidade luz.

Fizemos um roteiro de quatro dias e meio, que apesar de meio corrido nos permitiu conhecer bastante a cidade. Claro que ainda pretendemos voltar, mas hoje já posso dizer que conheço um pouco do melhor de Paris.

Dia 1 de 5 – A chegada

Nosso vôo atrasou 2h para sair de São Paulo o que acabou atrasando todo nosso planejamento, uma vez que chegaríamos em Paris no começo da tarde e pretendíamos já ir bater perna de imediato. Só que com o atraso da saída, somado a demora para pegar nossas bagagens na esteira, acabamos chegando ao nosso local de hospedagem somente no final da tarde.

A imigração no aeroporto Charles de Gaulle foi muuuuuito tranqüila. Já haviam me falado que a França é um país tranqüilo para entrar na Europa, mas não nos perguntaram absolutamente nada. Carimbinhos no passaporte praticamente imediato. Uma beleza.

A saída do aeroporto também foi sossegada. Mesmo se você chegar em Paris pelo aeroporto CDG, que fica a 30 Km de Paris, não existe necessidade de gastar dinheiro com táxi (viagem low-budget, lembra?!), o sistema de metrô e trens metropolitanos de Paris é um dos melhores da Europa.Com uma malha super extensa, você pode pegar o RER Linha B para Paris, que corta praticamente toda cidade, e a partir dela fazer as trocas para a linha de metrô que fique mais próxima ao bairro onde estiver hospedado. Não lembro o valor exato do trem, mas as duas passagens deram menos de 20 euros. No nosso caso, o trem nos deixou em menos de 40 minutos na estação Denfert Rochereau, ao lado de onde ficamos hospedados na casa dos amigos Bruno e Carol, do Expresso Paris.

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Como já chegamos tarde e muito cansados, só saímos para jantar na Rue Daguerre, que é uma rua super fofa, repleta de restaurantes, padarias, frutarias e afins. Mesmo nessa saidinha básica, ali pra esquina de casa que estávamos hospedados, já deu para notar que Paris nos arrebataria fácil, fácil.

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Esse post é mais uma apresentação da série da Eurotrip e para compartilhar Paris, por que qualquer coisa dessa cidade merece ser compartilhado (#muitapaixao). Nossos posts vão ao ar toda segunda. Siga a gente nas redes sociais e não perca nenhum momento dessa viagem!


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