Villa General Belgrano – A Gramado Argentina

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Ok. Você aproveita toda promoção de passagem para a Argentina e já conhece Buenos Aires de cabo a rabo. Também já explorou os vinhedos de Mendoza e foi ver as neves pro lado de Bariloche, mas existe um outro destino naquele país que merece a sua atenção na sua próxima visita: a charmosíssima Villa General Belgrano.

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A cerca de 90 km ao sudoeste de Córdoba, General Belgrano fica a duas horas de ônibus e é uma joia do interior argentino. Com forte influência alemã, a cidade conta com belos edifícios, lojas que vendem chocolates, cervejas de boa qualidade e um clima invejável de cidade amada de interior. É impossível não se lembrar de Gramado, no Rio Grande do Sul. Claro, devemos guardar as proporções: Villa é bem menor que a cidade brasileira, mas igualmente charmosa. Entretanto, não vá esperando rodízios de Fondue, mulheres de botas acamurçadas e casacos com plumagens. O pessoal, aqui, veste tênis e moletom. É, falta um pouquinho de charme nisso, mas dá um clima de descontração que lhe faz sentir-se em casa rapidamente.


+ 6 Razões para conhecer Mendoza, na Argentina


A cidade é tão gracinha que, à noite, entramos numa lojinha de regalitos e o vendedor nos reconheceu! Sim, ele era o garçom que nos tinha atendido durante o almoço num dos restaurantes da cidade (Potrerillo). Não tem como não se sentir parte da comunidade imediatamente, né?

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As lojas são, em sua maioria, temáticas, com bonequinhos e estátuas decorativas de um gosto, digamos, duvidoso…

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Os chocolates são deliciosos, mas nada de outro mundo. Não deixe de experimentar e levar uma caixinha de presente.

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Experimente o alfajor local, cordobês. Mais suave e fofinho do que o alfajor de Buenos Aires.

Villa General Belgrano está numa área de beleza natural exuberante. Assim, não deixe de caminhar pelo Parque Ecológico até encontrar o arroyo (córrego de água). As crianças se divertem tomando banho nas pequenas quedas d´água, os adultos aproveitam lendo um livro ou passeando seus cachorros.

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Tem gente que toma banho nesse riacho. Particularmente, eu não me atrevi, mas eu sou frouxo…



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Como Chegar e Quanto tempo ficar?

A maneira mais fácil de chegar é pegar um ônibus no terminal de Córdoba. A empresa é a Buses Lep, o trajeto é até Santa Rosa de Calamuchita,  custa cerca de AR$ 135 (pesos argentinos) e a viagem dura cerca de 1h30min. Preste atenção na estação ao seu ônibus. Verifique o roteiro na frente do ônibus e certifique-se com o motorista se aquele é o seu veículo. Aí é só embarcar e aproveitar a vista que é linda até a cidade!

A programação em General Belgrano deve ser: um passeio a pé para conhecer a cidade, subir no mirante do museu (uma torre alta da qual se pode ter uma visão panorâmica da cidade), um almoço em um dos bares ou restaurantes na avenida central e terminar a tarde no Parque Ecológico. Depois, jante em outro bar e siga para a rodoviária para pegar seu ônibus até Córdoba. A cidade é MUITO pequena e tudo pode ser feito a pé. E um dia é o suficiente para conhecê-la.

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Queens Cozinha Extravagante, um hambúrguer no Arraial

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O Recife está transformando sua maneira de apreciar boa comida. Nós estamos, cada vez mais, desejantes por espaços abertos e despojados, sem muito fricote. Não à toa, muitos restaurantes e cafés têm investido em áreas externas, com jardins bem cuidados e super agradáveis.

Nesse caminho, de espaços agradáveis e abertos despidos de exageros desnecessários, vieram os Food Trucks e estacionaram com força total em nossa cidade (que trocadilho péssimo! Mas, tá valendo…). E nós estamos aprendendo a apreciá-los, uma vez que eles são os representantes máximos dessa ambiência “fora de casa”. Claro que muitos Food Trucks chegaram e logo se acomodaram ao antigo estilo recifense “muros adentro” (como “praça de alimentação” no estacionamento de shopping, mas que não vou comentar agora…), mas tantos outros são fiéis ao estilo “tou na rua”.

Tudo isso para dizer o seguinte: nós fomos conhecer o nosso primeiro Food Truck essa semana. O Queens Cozinha Extravagante é desses caminhões que prezam pela qualidade do espaço “fora de casa”. Parado no estacionamento da Galeria Casa Grande, as mesinhas se espalham no chão de cobograma, iluminadas pela mais autêntica e charmosa gambiarra de lâmpadas, que, para mim, trazem um clima festivo. Para delimitar um pouco o espaço, uns pallets fazendo as vezes de paredinhas baixas, mas nada que impeça a sensação de integração ao espaço público.

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 As opções do cardápio são muito interessantes e a pouca quantidade de itens me indicava que as comidas tinham grandes chances de serem deliciosas. Nossa primeira escolha foi o tal de Gulabi Gang (bolinhos de grão de bico condimentados com adição de quinoa e amaranto, condimentados e fritos, acompanhados dos molhos “Tahini cream”, “Chutney de Manga” e “Asian fusion” – R$12,90). O prato chegou muito rápido na nossa mesa e eu só posso dizer isso: delicioso! Na verdade, eu posso dizer mais. Os bolinhos estavam sequinhos, crocantes, muito bem temperados e os molhos eram muito bons, com destaque para o Tahini cream. Tenho quase certeza de que esse é o molho preferido dos clientes. Foi o nosso. O chutney estava excelente, também, e o Asian fusion era mais discreto no sabor. Aliás, eles não deixam isso explícito no cardápio, mas esse é um ótimo prato vegetariano, para quem for acompanhar aquele amigo doido pelas carnes!

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Pedimos também o Falafel Gulabi (pão pita recheado com falafel, pasta aveludada de amendoim, tahini cream, maçã & pepinos laminados e mix de folhas – R$ 14,90). Eis um sanduíche bem montado. Não só na apresentação, mas na forma de construir o sabor. Primeiro, você sente o falafel e a pasta de amendoim com o tahini cream. À medida em que você vai comendo, alcança o molhinho de pepinos e maçã. Aqui será um ponto de polêmica. Alguns torcerão a cara para o pepino. Eu digo: experimente. Me surpreendeu. No dia que fomos, o pão pita tinha acabado e o nosso sanduíche foi servido no pão de azeite. Eu colocaria essa opção no cardápio, pois ficou muito gostoso.

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Depois, foi a vez dos hambúrgueres. Eu sou fã do prato, tenho um gosto muitíssimo amplo para o sanduíche e tinha altas expectativas com o Queens. Primeiro, uma apresentação bem legal, com o papel de seda timbrado e um palitão segurando o sanduíche. Como íamos dividir, o garçom solicitou que viessem partidos ao meio. Eu pedi o Grace Fucking Jones – nome excelente!  – (Pão australiano encrostado com parmesão e gergelim preto, hambúrguer blend da casa, camarões graúdos salteados, Maionese da Queens, queijo gouda, molho barbecue e mix de folhas – R$ 21,50). Dani pediu o Blue Velvet (Pão australiano encrostado com amêndoas laminadas e parmesão, hambúrguer blend da casa 160g recheadíssimo com blue cheese, mais blue cheese, geleia de frutas vermelhas, lâminas de amêndoas, cebola tostada e mix de folhas – R$ 23,90).  O Blue Velvet era bom, muito embora eu esperasse uma verdadeira explosão de blue cheese, com gorgonzola escorrendo pelas minhas mãos, mas não foi o que ocorreu. Honesto. Mas o Fucking Jones… O Fucking Jones era Fucking good!

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O Blue Velvet

O Grace Fucking Jones tem uma ótima combinação de sabores, um hambúrguer extramente macio – os dois tinham, na verdade – um pão macio from the heavens (não descobri se era da própria casa), camarões bem preparados, maionese delícia e nem sombra de necessidade de uma gota sequer de ketchup ou coisa que valha (indispensável em alguns hambúrgueres por aí…).

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A lindeza do Arraial

Não vou mentir: senti falta de batatas fritas no menu. Sim, por que eu sou desses. Mas, meu amado leitor, se você quer ter uma boa experiência de hambúrguer bem feito, num ambiente urbano por excelência, com uma seleção musical de primeiríssima, então rume sua saída em direção ao Queens Cozinha Extravagante. 


Queens Cozinha Extravagante

Estrada do Arraial, 2541, Estacionamento da Galeria Casa Grande

Aberto das 18h às 23h

Paguei com Cartão de Crédito (VISA)


 

Sequência de fondue em Gramado – St. Haubert.s

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Quando se fala em Gramado, várias imagens vêm às nossas cabeças, mas uma das mais famosas é essa: uma mesa num restaurante agradável, iluminação discreta e reconfortante e panelas e panelas de fondues de queijo e chocolate circulando nas mãos dos garçons.

A sequência de Fondues é uma instituição quase obrigatória em Gramado (beirando a opressão, eu diria) e está se tornando uma oferta de quase todos os restaurantes da cidade, inclusive um PUB Irlandês (!!!). Nós, fãs confessos de queijos, fomos experimentar uma dessas sequências num dos restaurantes mais tradicionais de Gramado: O St. Haubert.S (Av. das Hortênsias, 1235).

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A chegada foi super tranquila. Como é de costume, fomos abordados na calçada do restaurante e nos avisaram que o restaurante forneceria o transfer para o hotel gratuitamente, além de um desconto no valor do rodízio (sempre peça o desconto, mesmo que não ofereçam). Como já era a nossa escolha e estávamos sem carro, veio bem a calhar. Nos colocaram em nossa mesa, dissemos que queríamos a sequência de fondue e, rapidamente, trouxeram o couvert (algumas azeitonas, cebolinhas, uma pasta e outros pequenos appetizers).

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Não recomendaria aceitar o couvert, pois é opcional e as fondues são bem fartas. Além do mais, a panela recheada de queijos quentinhos chegou super rápido. Achamos a mistura bem granulada, diferente de outras fondues que já comemos, bem lisinhas, mas o sabor estava excelente. Infelizmente o pão servido era pão francês e estava mole. Se você já é iniciado no assunto Fondue, sabe como é difícil comer quando o pão está mole. Ele fica caindo dentro da mistura, você não consegue espetá-lo… O ideal é, mesmo, o pão italiano. Destaque para a goiabada servida para ser comida com o queijo e que faz a combinação doce-salgado mais fantástica do mundo.

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Após a fondue de queijo, veio a chapa de carnes, com diferentes tipos de proteínas e vários molhinhos. Gostosos, mas achamos um inconveniente: esse tipo de preparação exige que a gente coloque sal em cada pedaço de carne que a gente coloca na chapa. Nenhum problema, se não fosse o fato de que o saleiro era daqueles normais, que a gente sacode, sabe? Esses saleiros são famosos por entupirem e a gente tem que bater na mesa para desentupir. Agora imagina a cena: ambiente todo trabalhado na elegância e fidalguia e você esmurrando o saleiro na mesa como se fosse no bar da praia… Mas nada nos impediu de comer!

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Por último, e não menos importante, veio a nossa amiga amada: a fondue de chocolate! Chocolate meio amargo, delicioso, acompanhado de frutas fresquinhas doces e cítricas. Palmas para o chocolate que estava fantástico (mas, também, para errar o chocolate era preciso muita capacidade).

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O ambiente era muito bem decorado e bem cuidado, com referências a uma arquitetura campestre e toques que buscavam trazer alguma elegância para o espaço, como o lustre e alguns quadros. Claro que não faltaram as onipresentes peles em cima das cadeiras, mesmo sendo o salão climatizado para que ninguém sentisse o frio lá de fora. Marketing é a alma do negócio. Aqui, um destaque para a playlist que era absolutamente louca. Com ela, fomos de Vivaldi a Roberto Carlos

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 O atendimento foi muito atencioso e disponível. O único porém foi na hora da saída. Não nos ofereceram o transfer para o hotel espontaneamente e tivemos que pedir. E foi somente depois do garçom nos perguntar o que tínhamos consumido que o transfer começou a ser organizado. 15 minutos de espera e ele estava lá, pronto para nos levar até o conforto da nossa cama no hotel, que é tudo o que você vai desejar depois desse banquete.


St. Haubert.S

Avenida das Hortênsias, 1235, Gramado – RS




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Calhetas – Uma tarde. Uma Praia.

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Uma manhã de Julho.  Quatro pessoas num carro e uma vontade: curtir uma das praias mais paradisíacas de Pernambuco – Calhetas! O dia mal amanhecia e já tínhamos partido em direção ao litoral sul. Com as novas rodovias pedagiadas, a viagem não é tão ruim quanto costumava ser pelas rodovias federais, mas agora custa um pouco mais (cerca de R$ 5,90 para carro de passeio). A chegada é pelo alto e já dá para ir percebendo, lá de cima, o formato da praia e a cor do mar. Não é azul cintilante, mas é uma composição linda de se ver.

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Para chegar até a praia você vai precisar descer a pé. Acessibilidade zero. As formações rochosas fazem da praia um reduto. Essa dificuldade de acesso e o seu formato que impede um contato mais direto com as praias ao redor, fazem de Calhetas um lugar mais reservado, sem toneladas de gentes ocupando cada centímetro quadrado. Isso acaba causando uma sensação de privacidade.

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Para o lado direito da praia, lance-se à “aventura” de fazer uma pequena caminhada por entre os matos e rochas e não haverá arrependimento. De cima das rochas, há um visual panorâmico, um contato com um mar revolto. Essa área, contudo, necessita de atenção. A maior privacidade proporcionada pelas rochas deixa as pessoas mais “à vontade”. Casais que resolvem mostrar o amor ao mar, amigos que querem compartilhar um cigarrinho controverso. Mas, nada num clima de insegurança, apenas de, diga-se, “liberdade”…

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Calhetas não é um lugar completamente ermo. Não é isolada e sem infraestrutura, como tantas praias do Nordeste, ainda inexploradas. Há barezinhos, restaurante e, até, um lugar para fazer tirolesa! Na areia, rola uma musiquinha com rock nacional e internacional. Bem agradável!

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Tirolesa em Calhetas!

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Como é comum às praias do Nordeste, a água de Calhetas é bem morna. Mas, atenção! Por ser uma praia de “mar aberto”, com poucos passos a profundidade do mar aumenta consideravelmente. Então, se você não sabe nadar, ou está com crianças, um pouco mais de atenção e o passeio será incrível!

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6 razões para conhecer Mendoza, na Argentina

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A Argentina é a grande queridinha dos brasileiros, na América do Sul. É difícil achar algum viajante, hoje, que não tenha ido ou que não tenha planos de conhecer a lindíssima capital federal Buenos Aires (a gente já falou dela aqui). De fato, se não a conhece, reserve a passagem e não perca tempo. Agora, a Argentina não é somente Buenos Aires. Não, senhor! É um país diversificado e com muitas regiões interessantes e que valem a visita. Hoje eu vou tentar lhe convencer a visitar Mendoza, no Centro Oeste argentino. Rá! Trabalho fácil!

1. Mendoza tem a calma das cidades do interior

Mendoza

Mendoza está a 1000km da capital Buenos Aires, aos pés da Cordilheira dos Andes e cerca de 115 mil habitantes, apesar do quase 1 milhão de pessoas que moram na Grande Mendoza. Isso tem cheiro de cidade de interior! E é! Mendoza pode pagar de moderninha, com sua Av. Aristides cheia de bares e restaurantes descolados, com seu ar turístico, mas nas suas veias correm águas interioranas e tudo de bom que isso traz. Uma cidade calma, tranquila, em que as pessoas não correm. Não há pressa. Bom para passar uma tarde jogado em algum lugar observando o tempo passar.

2. Compartilhar da Siesta

 

Se você tiver alguma compra para fazer, melhor correr na loja antes das 12h, ou correrá o risco de ter que esperar, às vezes, até as 17h. Mendoza ainda mantém a tradição da hora da siesta e o comércio fecha MESMO. Se você marcou bobeira e chegou tarde, junte-se a eles e vá para algum parque ou praça deitar numa graminha e tirar uma sonequinha . Duro vai ser querer levantar depois e seguir com o passeio…

Mendoza

3. Vistas magníficas

De vários lugares de Mendoza, você consegue avistar o que eles chamam de pré-cordilheira dos Andes. São impressionantes montanhas nevadas que fazem um pano de fundo surreal para a cidade. Ainda mais surreal quando você se lembra que Mendoza está enfiada NO MEIO DO DESERTO! Realmente, preste atenção aos canais que cortam a cidade quase que completamente. Eles são parte da estrutura de irrigação que permitiu a Mendoza se desenvolver e poder ser considerada um verdadeiro oásis.

Mendoza


Hotel na Argentina?



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4. Conhecer Vinícolas e Tomar uns Bons Drinks

A região de Mendoza é conhecida mundialmente por seus vinhos e vinhedos. Aliás, a região é reconhecida pela produção do vinho Malbec, tipicamente argentino. São muitas as vinícolas que cercam Mendoza e elas são de todos os tamanhos. Desde as pequenas e familiares, até as  grandes de caráter industrial. E não falta quem venda passeios para conhecer essas vinícolas. O passeio mais famoso é o Bus Vitivinícola, que não é bem um passeio, mas um ônibus que passa periodicamente por percursos determinados entre as vinícolas e que lhe permite embarcar/desembarcar por um período de tempo. Ótimo para quem vai tomar umas tacinhas de vinho e não quer se preocupar em ter que dirigir depois.

 

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5. Mangiare Olive

Você não sabia. A gente não sabia. Ninguém parecia saber. Por isso foi uma grande surpresa chegar a Mendoza e descobrir que eles produzem não apenas excelentes vinhos, mas, também, excelentes azeites! Os óleos são produzidos também nos arredores de Mendoza e muitos lugares vendem passeios para as vinícolas em conjunto com as fábricas de azeite. Não deixe de experimentar e comprar garrafas de diversas variedades, especialmente pelos preços super atrativos. O problema é que você nunca mais vai querer saber do Galo…

 

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Degustação de azeite com direito a guia falando português na fábrica Pasrai

 

o doce sabor das azeitonas

Dica: azeitona, só depois de muito processamento. Não prove crua! Amarga até hoje…

 6. Se jogar na neve (de maneira mais barata)

A partir de Mendoza você consegue chegar na Cordilheira dos Andes e, se for inverno, ela estará coberta de neve branquíssima! E, o melhor de tudo: subir na Cordilheira pelo lado Argentino é muito mais barato do que pelo lado chileno. Obviamente, isso reflete na estrutura disponível para o turista. Mas, se você, assim como a gente quando chegou a Mendoza pela primeira vez, não foi apresentado à neve ou só quer um lugar para descer de esquibunda e tirar fotos legais, pode se jogar no passeio que os visuais são incríveis!

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Mendoza

A gente gravou um vídeo mostrando Mendoza. Confere aí!


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Lhama Lhama – fugindo do óbvio em Gramado

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É característico: em Gramado, não há restaurante que resista muito tempo sem aderir à famigerada sequência de fondues. É uma demanda expressiva dos clientes e que se revela na concorrência entre os estabelecimentos e pipoca nas fachadas: “Temos sequência de fondues”. Encontramos o danado do anúncio homogeneizador até num PUB irlandês! Nesse mar de queijos bem diluídos em vinho, há uma opção para aquele turista que quer fugir do óbvio em Gramado: A Lhama Lhama panadería.

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Nós encontramos o espaço por acaso, localizado no Boulevard de São Pedro, sem alarde, justamente em frente à Fonte do Amor Eterno. A panadería tem um projeto bem descolado, com uma pegada retrô e moderninha. Não espere o luxo estereotipado de Gramado (às vezes até emulado). Essa não é a proposta do lugar. São os próprios sócios quem atendem e lhe servem as delícias produzidas na casa, no andar superior da Lhama Lhama (aliás, que nome legal! Muito a ver com o espírito do lugar).

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Eles produzem tortas, cheesecakes, empanadas, petit gateau, etc. Nós experimentamos as empanadas argentinas (R$ 6,00, cada), que em nada deixam a desejar às originais porteñas, e a cheesecake de doce de leite (R$14, a fatia), com um toque de gengibre e limão que agregam refrescância à sobremesa e ajudam a cortar o doce exagerado. Muito bem feitas e muito saborosas. Ponto para o Lhama Lhama.

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Aos sábados e aos domingos, cardápio especial. Quando fomos, eles estavam servindo feijoada aos sábados e bobó de camarão aos domingos. Como o menu fica escrito com giz numa parede, imagino que o cardápio seja mutante, o que permite sempre uma renovação do espaço. Bem legal!

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A Lhama Lhama, então, é uma opção super válida para quem está indo a Gramado e quer fugir do óbvio queijo fundido que até as pedras de meio fio estão servindo. Claro, a fondue de queijos é um clássico que deve ser sempre reverenciado. Mas é na inovação que estão os ares mais refrescantes. E as experiências mais avivadas.


Lhama Lhama Panadería

Av. Borges de Medeiros, Loja 10, Gramado – RS


 

 

 

Villa Foria – pizza de alta qualidade

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Nos últimos anos, a pizza tem se tornado uma queridinha do povo recifense. Em todo canto, a toda hora, aparece uma pizzaria com a promessa de “pizza de verdade”, pizza gourmet e toda sorte de apelido para as redondas. Pois muito bem. O Serviço de Bordo foi convidado a conhecer uma dessas pizzarias recifenses e o Bordoso aqui foi lá conferir o que a Villa Foria (fala-se fória) tinha a oferecer.

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Fonte: Divulgação

Logo no primeiro contato, dá para perceber o ambiente bem cuidado, instalado num casarão do início do Século XX, com ambientes internos com ar condicionado e externos com a graça do ar da rua e da delícia do bairro das Graças. Ficamos numa mesinha externa e a graça do ar da rua foi um tanto molhada, por que chovia e uma parte das mesas é coberto com ombrelones, que certamente são lindos e ultra agradáveis em dias secos. Em dias molhados, funcionou pela metade. Mudamos de mesa e tudo ficou uma maravilha. Uma mesa ainda do lado de fora, mas na varanda da casa. Muito bom.

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Fonte: Divulgação


Veja +

Udon Cozinha Oriental – Recife

Haus Lajetop – Um Bar na Laje no Recife

Sequência de Fondue em Gramado – St. Haubert.S

Lhama Lhama – Fugindo do Óbvio em Gramado


De entrada, nós pedimos umas Trouxinhas Recheadas (R$25,90) de massa caseira frita e recheadas com 6 opções. Nossas escolhas foram o queijo provolone, a carne de sol com queijo de coalho e o camarão com Catupiry. Uma delícia de massa sequinha, com recheio bem feito e muito bem acompanhada de um mel de engenho esperto! Eu teria comido dois pratos daquilo, mas tinha mais por vir…

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Continuando, nós pedimos duas pizzas grandes, que são as vedetes da casa. A primeira, como sempre acontece em nossas visitas a pizzarias, foi a de Margherita (nosso pizzômetro) com metade de Peperoni ao pesto (R$52,90). Aqui, o restaurante mostra ao que veio e se diferencia de todas as outras pizzarias recifenses que eu já visitei. A massa é extrafina e crocantíssima. A Margherita veio com tomates cerejas, o que trouxe um adocicado e colocou a pizza no meu “Top 5 Margheritas do Mundo”. A de peperoni estava boa, mas achei o pesto estranho, mesmo adorando o molho. Acho que o pesto foi assado e isso deu um amargor a ele.

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A segunda pizza (#monsterfeelings) foi mais inventiva. Mezzo Salaminho com Queijo do Reino, mezzo Lombo Canadense com Abacaxi e Bacon (R$55,90) – um minuto de silêncio de reverência para essa pizza. Deliciosas, a de lombo canadense tem meu coração. Você pode pensar que se trata de uma combinação estranha, mas o resultado é uma pizza de sabor refrescante e inusitado. Eu já havia provado algo semelhante na Colômbia, com o que eles chamas de Hawaiana. Muito bom!

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Para finalizar (#demoniodatasmaniafeelings), pedimos uma brotinho de Nutella – praise the Lord – com morango. Uma surpresa: todas as pizzas doces da casa recebem uma pequena camada de Catupiry para quebrar o doce exagerado e funciona. Mas aí tem um problema. Eu ADORO pizza extremamente doce, com uma camada gorda de chocolate ao leite. Aí eu gostei, mas não ficou no rol das minhas favoritas. Mas é muito saborosa. Não deixe de pedir.

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Um detalhe: No Villa Foria, a tendência é comer as pizzas com as mãos, mas com luvas de plástico. Confesso que comi com a luvinha, mas um tubinho de álcool em gel na mesa e eu teria metido minhas próprias mãos naquela maravilha! E ainda teria economizado as cerca de 5 luvinhas que gastei. O meio ambiente agradece! \o/

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O Villa Foria tem mesmo uma pizza especial, com uma massa que ainda não vi igual no Recife, num ambiente bem agradável e com um atendimento nota 10. Não vejo a hora de voltar lá!


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Local: Rua das Graças, nº 239, Graças, Recife – PE.
Horário: das 18h às 0h, de segunda a sábado, e das 17h30 às 0h, aos domingos.
Formas de pagamento: dinheiro e cartões Visa, Mastercad, Hipercard, American Express e Diners Club.
Informações: (81) 3204.7154

www.villaforia.com.br | f:/villaforiapizza | i: @villaforia


E você, já foi no Villa Foria? Provou o que, lá? Divida sua opinião com a gente aí nos comentários! =D

 

 

 

Fenearte 2015 – Achados da 16ª edição

Se você está em Recife essa semana já deu de cara com um dos muitos leões de barro do Mestre Nuca espalhados pela cidade e já sabe que estamos em tempos de Fenearte. Essa é a 16ª edição da maior feira de artesanato da América Latina e esse ano homenageia o Mestre Nuca de Tracunhaém e o poeta Louro do Pajeú . A feira traz esse ano mais de 5 mil expositores em 800 espaços com artesanato de cidades de Pernambuco, todos os estados do Brasil e 51 países (é muito box, minha gente!)

A gente deu um pulinho na feira e fiz Rodrigo me acompanhar por todas as ruazinhas (adoro!). Fizemos uma cobertura de alguns achados no Snapchat e agora vim compartilhar alguns itens que chamaram nossa atenção e outros que trouxemos para casa. Vem comigo.

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Flores de cerâmica do Vale do Jequitinhonha de Minas Gerais

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Casinhas fofinhas no estande de Minas gerais

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Bandejas e Galinhas mineiras

Temos uma quedinha pelo artesanato mineiro sim ou com certeza? Se você também é do nosso time se liga que Minas está representada em muitos estandes ao longo da feira. A feira conta com o sempre presente estande lotado de peças de cerâmica do Vale do Jequitinhonha e outros com muitas peças  decorativas e móveis de madeira. Ainda não sei porque não trouxe meu banquinho de madeira! Para quem ama o artesanato em madeira e ferro de lá, ou sempre quis uma galinha de angola ou um divino mineiro para chamar de seu, essa é a chance de conseguir um achado.

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Banquinhos talhados em madeira, de Petrolina

 

Paraíba

Arte sacra no estande da Paraíba. Os santinhos custam R$ 35,00

 

Pendentes Leny

Pêndulos de Leny’s, de Tracunhaém. R$ 30,00 cada

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 O que dizer dessas máscaras meio O grito? Também no estande de Leny’s. R$ 50,00 cada

 

 

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As criações de Ana rios e Regina do estande 352 ganharam nossos corações. Passadeira de mesa em formato de folha de bananeira e jogo americano em formato de folhagens, abacaxi, caju! Genial! Os vasos e pratos de cerâmica também estão lindos e com ótimo preço.

 

Flor de Madeira

Flores de madeira de Holambra. R$ 2,00 a unidade

 

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Matrioskas fofinhas

 

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Os pendentes turcos que a gente sempre namora. Os preços variam entre R$ 800,00 a R$ 1.400,00

 

Os achados que trouxemos para casa:

Processed with VSCOcamPorta coisinhas de Freedom Cavalcanti, do estande de Olinda (R$ 10,00 cada). Genial essa reutilização de latas de sardinhas! Podem ser porta sachês ou nichos encaixáveis para porta bijous. Amei.

 

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Fonte de cerâmica do estande de Paulo Sérgio, mais um artesão olindense (R$ 60,00 ). Rodrigo quer ciar um cantinho zen. Mas tenho sérias suspeitas que Jadinha fará de bebedouro.

 

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Vasinhos cabeças do estande Cerâmica do Cabo. (R$ 15,00 e R$ 20,00). Acho que esse é um dos estandes mais legais de toda a feira, as criações são lindíssimas e ainda conta com um artesão fazendo as  peças no meio da muvuca. Se você curtiu as nossas cabecinhas, lá tem de todos os tamanhos e formatos de penteados. Os vasos pendentes e pratos decorativos da Cerâmica do Cabo também estão de babar. Não deixe de conferir, vai por mim!

 

A Fenearte segue até domingo 12 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco.

Segunda a sexta, das 14h às 22h. De sábado a domingo das 10h às 22h. Ingressos de segunda à sexta, R$ 10 (inteira) e R$5 (meia); sábado e domingo R$12 (inteira) e R$6 (meia).  

Se você estiver com uma visita programada, recomendo fortemente que opte pelo translado gratuito que sai do shopping Tacaruna a cada 15 minutos.  Deixe seu carro no shopping e vá ser feliz sem se preocupar em conseguir uma vaga.

Isla del Rosário – Vale a pena?

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Isla del rosário

No cais de Cartagena, haverá dezenas de agentes de turismo tentando lhe vender o passeio para a tal Isla del Rosário (que nem ilha é, como descobrimos bem depois). As fotos são lindas e encantam com as cores do mar do Caribe lhe chamando a apenas uma horinha de barco. Compramos a ideia e marcamos a saída no dia seguinte. Todo lugar tem seus percalços e o passeio para a Isla del Rosário é um deles. Pelo menos, foi para nós.

É um passeio de dia inteiro. Para começar, nosso barco tocava toda a sorte de música reaggeton possível e imaginável. Ok, eu até gosto do ritmo, mas passar uma viagem inteira ouvindo somente isso a toda a altura é de enlouquecer qualquer um.

Isla del rosário

No meio do caminho, tinha uma pedra: ou melhor, uma ilha. Uma parada numa ilha que tem um aquário de entrada paga. Não adianta reclamar. Ele vai parar e você vai ter que esperar as pessoas entrarem e curtirem a atração. Estaria tudo bem, se essa ilha não fosse minúscula e toda de praias de pedra, o que impossibilitava um mergulho, mesmo que breve, no mar azul cristalino do Caribe. Resta sentar em algum tronco e ficar babando para chegar logo na Isla.

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A chegada à ilhota que tem o aquário…

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Passarinho, nosso amigo na espera…

Isla del rosário

A vista belíssima do mar ao redor da ilhota – para ficar babando

Depois de quase duas horas de viagem, chegamos à Isla del Rosário. É bem bonita, com mar clarinho de Caribe e areias claras. Seria perfeito, se não fosse por um detalhe: estava lotada e tudo acontece num pequeno pedaço de mar delimitado por boias e das quais você não deve passar. E, quando eu digo tudo, eu estou me referindo a gente andando de Jet-ski, passeios de banana boat e todo tipo de boia puxada por lanchas, barcos e tudo o mais.

Isla del rosário

Nós nos sentimos extremamente inseguros de mergulhar e sermos pegos por qualquer daquelas embarcações. Resultado: ficamos pouquíssimo tempo no mar e fomos para a areia. Dominada, diga-se de passagem, pelas barraquinhas que você tem que alugar para sentar. Nos recusamos e fomos para uma parte da praia mais vazia, abrimos uma canga e fizemos um lanche com os salgadinhos e batatas fritas que compramos antes de sair! Bordoso que é bordoso só vai à luta preparado!

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Isla del rosário

Depois de umas duas horas na Isla propriamente dita, iniciamos o nosso retorno e, mais uma vez com o reaggeton dos infernos, chegamos ao porto de Cartagena sob o por do sol. Uma visão que fez valer o passeio (mentira, mas que foi muito bonito, isso foi).

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Isla del rosário

 

Nossa conclusão: Se o seu passeio pela Colômbia não inclui uma visita à Ilha de San Andres, então o passeio pode valer para você, pois a vista do Mar do Caribe é realmente impressionante. No entanto, se depois de Cartagena você segue para San Andrés, pule essa fogueira colombiana e vá curtir uma cúmbia em algum bar pela cidade. Se você decidir pelo passeio, no entanto, fique atento se alguém lhe oferece o trajeto direto para a Isla, sem passar pela ilhota do meio, a não ser, também, que você tenha interesse em conhecer o aquário. Aí, meu amado leitor, se jogue e curta o passeio como um todo! Inclusive, dançando ao som de Niña Bonita, de Maia! Tocou a viagem toda e eu fiquei fã!


Conhece a Isla del Rosário? O que achou do passeio? Conta para a gente aí nos comentários! =D


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Cartagena de Índias – A joia do Caribe colombiano

Cartagena

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Cartagena

Sabem desses lugares que são sonhos de consumo de viagem? Pois muito bem, Cartagena era um deles e conhecê-la não pode ser descrito como outra coisa que não mágica. A cidade divide-se claramente em duas zonas (para os turistas): a Ciudad Amurallada e a península que se divide em Boca Pequeña e Boca Grande.

Cartagena

Boca pequena e Boca Grande são as áreas que abrigam os grandes hotéis, as lojas mais modernas e os bares mais descolados de Cartagena. Há quem apelide essa zona de “Miami Colombiana”. Com certeza é uma área muito mais cosmopolita da cidade, mas conservando o espírito cartagenero de simpatia e felicidade pairantes no ar. É bastante agradável ir caminhando, desde a cidade amuralhada até essa área, pela orla do mar caribenho. Aqui, no entanto, o mar não se amostra com o azul vibrante típico dos mares caribenhos, mas não deixa de ser Caribe! Perceba o costume dos colombianos de irem à praia em cabanas.

Cartagena

É na Ciudad Amurallada, no entanto, que estão as edificações históricas de Cartagena, as ruas de paralelepípedo, os meio-fios grossos e pesados, cheios de histórias, os balcões em madeira com seus muxarabies bem torneados e voluptuosos. As varandas com suas bouganvilles vistosas que perfumam o ar de roxos e rosas bem cintados.

 Cartagena

 Entrar nessa área da cidade não é como voltar ao passado, mas é viver o próprio passado, é estar lá. As carroças que levam os turistas para passeios pela cidade fortalecem essa evocação de um tempo que não é o nosso, mas que se apresenta de graça para que o vivamos. Nós decidimos não fazer o passeio de carroça, porque sempre tentamos fugir desses passeios muito visados. Fomos explorar a pé!

Cartagena

Poderia nos parecer que um centro desses, tão impertinentemente fustigado pelos turistas, tivesse se transformado num cenário para forasteiro ver. Mas, não. Cartagena, não. A cidade soube mesclar muito bem suas vocações e o centro é dos cartagenos, há gente de todas as partes, produtos de todos os preços, frutas de todos os sabores. Nele divide-se o café da manhã com o trabalhador local, come-se o mesmo pan de bono. A arepa de queso é democrática e serve a todos, com aquele cheiro que preenche os pátios e aberturas da cidade tipicamente espanhola, deixando o ar cálido e leve. Experimente uma arepa de esquina. São feitas com uma massa de mandioca e recheadas com um queijo que se assemelha ao queijo coalho. Lembrou da tapioca pernambucana? Não é igual. Experimente!

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O sol de Cartagena se põe garboso, devagar. Ele se vai se amostrando. Ele sabe que tem plateia… De cima das muralhas é que se vê melhor esse desfile. Nos ofereceram uma mesa no Café del Mar. Preferimos a singeleza nada sutil das muralhas centenárias, rodeados de pessoas locais e de turistas, todos na mesma vibe.

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O Café del Mar é um famoso café que ocupa uma porção das muralhas de Cartagena e que oferece um ambiente bastante agradável para passar um fim de tarde com comidinhas legais e uma boa cerveja ou vinho. É impressionante ver a simplicidade e, ao mesmo tempo, a grandiosidade com que tudo se apresenta em Cartagena.

O que comer

Cartagena possui diversas opções de lugares para comer com charme. A maioria, dentro dos limites da cidade amuralhada. Nós escolhemos três lugares:

El Corral

Já falei dele aqui. É uma rede de fast food puro sangue colombiana, cuja vedete é o hambúrguer com sabores e misturas próprias. Destaque para o sanduíche La Costeña, que leva hambúrguer de carne, creme de queijo branco, salada e chips de bananas fritas. Creia, é sucesso! Essa é uma opção mediana em termos de custos, uma vez que os preços dos combos giram na casa dos vinte e poucos reais. Mas é muito mais saboroso do que outras opções de fast food como McDonald’s. Se sua praia for hambúrguer, aposte no El Corral

Crepes&Waffles

Cartagena

Essa é outra rede de restaurantes colombiana especializada em vender o quê? O quê? Isso! Crepes e waffles! Eles são muito bem preparados, com ingredientes frescos e saborosos e uma apresentação (quase sempre) primorosa. Em Cartagena, eles estão instalados em duas casas históricas da ciudad amurallada, o que confere um charme extra ao restaurante. E eles não cobram nada a mais por isso! Tcharan!

Os crepes são deliciosos, mas nada de outro mundo. Os Waffles são fantásticos, mas, também, para errar uma sobremesa é necessária muita capacidade. O Waffle de frutas do bosque é um acontecimento. Recomendo.

La esquina del Pan de Bono

La esquina del pan de bono é uma padaria como tantas outras existentes em Cartagena. Eles servem vários tipos de pães e sucos, mas o grande destaque é o pan de bono. Um pão feito com massa de mandioca e queijo – aqui, outra semelhança, mas agora com o pão de queijo mineiro. Mas o sabor é um pouco diferente, mais adocicado e menos fofinho. Igualmente delícia.

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Para acompanhar o pan de bono, vá de jugo de lulo (suco de lulo), uma fruta típica da região da qual se faz um suco doce-azedo que harmoniza (#raiogourmetizante) muito bem com o salgado-adocicado do panzinho de bono, nosso melhor amigo.

 O que ver e fazer

Fazer um passeio de bicicleta pelas muralhas históricas

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As muralhas são larguíssimas e permitem um passeio extraordinário ao redor do centro histórico, com uma vista privilegiada do por do Sol. Não perde tempo e #escalaessamuralha

Conhecer o Castillo San Felipe de Barajas

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O Castillo de San Felipe teve sua construção iniciada em 1536, sob o nome de Castillo de San Lázaro. Com as sucessivas ampliações, teve seu nome alterado em 1657. A fortificação tinha como intenção defender a colônia espanhola e foi a maior edificação do tipo construída pelos espanhóis nas Américas. O legal é caminhar pelos seus túneis subterrâneos. Lá, também, tem a exibição de um filminho – controverso – com a história da chegada dos espanhóis à América e da edificação do forte. Interessante. Há uma taxa a ser paga na entrada e o forte fecha às 17h.

Comprar as bolsinhas coloridas típicas colombianas

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As bolsas que foram a coqueluche da moda são figuras fáceis de encontrar por toda Cartagena e por preço muito mais acessível que em qualquer lugar do mundo. Elas são coloridas, elas são divertidas, elas são cartageneras! Uma síntese do espírito de um povo em formato de bolsa!

Visitar a Catedral

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Catedral Basílica Metropolitana de Santa Catalina de Alejandría começou a ser construída em 1577 e só foi finalizada em 1612. Tem interior e volumetria bastante simples, numa espécie de Maneirismo espanhol ultra-marino. Vale a pena dar uma passadinha para tirar algumas fotos e limpar a alma para o resto da viagem.

Curtir um som no Festival Internacional de Música de Cartagena

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O Festival de Música de Cartagena acontece, tradicionalmente, no começo de Janeiro de cada ano. Apresentações de música de câmara em igrejas e teatros dão o tom desse festival que pode ser bem exclusivo. Os ingressos são caríssimos! Mas, dá para curtir uma ou outra apresentação ao ar livre, que são grátis e lotadíssimas! Mas é superinteressante observar todo aquele povo reunido para ouvir a execução de peças clássicas. Sem dúvida, um evento cultural bem charmoso.

Aprender sobre a Arquitetura Colonial espanhola

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Dizer que Cartagena é um museu a céu aberto seria um acinte sem precedentes! A cidade soube conservar seu casario histórico inserindo novos usos (todos os tipos de uso) sem ferir o conjunto urbano. Resultado: uma cidade histórica pulsante! As casas ainda conservam em suas fachadas os balcões ora executados em pedra, ora em madeira. Foi raro encontrar balcões fechados com muxarabis como rezava a tradição mourisca e muito se encontra na arquitetura colonial portuguesa no Brasil. Uma cidade linda, de fato!

Subir até o Santuário de Nuestra Señora de La Candelária de la Popa

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O Santuário de Nuestra Señora de La Candelária de la Popa fica num morro fora da cidade amuralhada, onde somente se chega de frete contratado ou de táxi. A subida vale a pena seja pelo convento, com suas arcadas a circundas o átrio central, seja pela vista, que apresenta uma Cartagena multifacetada, cidade de Porto, História e, também, de arranha-céus e de casinhas simples.

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Quando ir

Cartagena é uma cidade que combina com Sol! Assim, a melhor época do ano para visitá-la é entre os meses de Novembro e Fevereiro. Lembre-se que pode ficar bastante quente. Portanto, o kit básico deve ser observado: Protetor solar, um chapéu e roupas leves. Quer entrar realmente no clima? Compre uma camisa de linho de manga comprida, coloca uma bermuda de linhas retas e um sapato mocassim. Pronto, um verdadeiro jetsetter tropical.

 

 

Mapa com os pontos indicados.


Nós fizemos, como de costume, um vídeo com algumas imagens de Cartagena. Pega a pipoca, o guaraná (que programa legal!), apaga as luzes, relaxa na cadeira e dá o play! Aproveita e vê os outros vídeos da gente lá no nosso canal do YouTube.

 


 

E aí? Conhece Cartagena? Sonha em conhecer a cidade e tem alguma dúvida? Deixa uma mensagem aí nos comentários que a gente adora bater papo! =D


 

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