Paris – Dia 5 – Jardin Des Plantes, Montmartre e Sacré-Coeur

Isto pode ser lido emPortuguês

This can be read in English

Esto se puede leer en Español

 

Por Amanda Sena

No nosso último dia em Paris fomos brindados com um lindo dia de sol. Aquele friozinho de 16 graus e céu limpinho com a luz perfeita. O azul combinou perfeitamente com o cenário do Jardin Des Plantes.

IMG_0821

Como sempre fomos até nosso primeiro destino do dia caminhando e admirando as construções da cidade. Paris é o lugar perfeito pra isso.

Confesso que não tinha lido muito, nem visto nada sobre o Jardin Des Plantes. Incluímos mais por causa da proximidade do local que estávamos hospedados. Isso nos faria ganhar tempo, já que o objetivo do dia era curtir o Montmartre.

E como é bom ser surpreendido, não é mesmo?! Toda a região onde o jardim está localizado é incrível. A vizinhança é super tranquila com vários prédios históricos e uma cara um tanto quanto medieval.

O jardim, propriamente dito, é do início do século XVII e foi o primeiro jardim real de ervas medicinais da cidade. É um dos maiores parques de Paris cheio de tralhas, flores, tipos de plantas e corvos, muitos corvos. Mesmo no outono haviam muitas flores coloridas. Cenário perfeito para lindas fotos.

IMG_0819 IMG_0854

O parque também abriga o Museu de História Natural. Não tivemos tempo de visitar, mas já está nos nossos destinos obrigatórios em possível volta.

Em frente ao parque pegamos o metrô em direção ao Montmartre. Descemos na estação Abbesses para ir subindo até a catedral passeando pelo bairro. Mas atenção, essa estação tem muuuuitas escadas. Se descer nela, espere a fila do elevador. Só entendemos a fila da espera quando quase desistimos no meio da subida.

No caminho passamos por alguns dos cenários mais incríveis de Paris. Igreja St-Jean I’Evangéliste de Montmartre, Place des Abbsses, Place du Tertre – famosa por seus artistas de rua (cuidado com o assédio excessivo nesse local, todos querem faturar. Todos.) e as lojinhas super charmosas do bairro.

Ruas do Montmartre

Almoçamos num restaurante em frente a Place du Tertre. Não foi um dos lugares mais baratos, porém também não foi caro. EUR 24.00 por pessoa.

Place Du Tertre

Seguimos até a suntuosa, e realmente linda, Catedral Sacré-Cour. O prédio é de fato um deleite para os olhos. Sua cúpula é o segundo ponto mais alto de Paris, atrás apenas da Torre. Também é possível ir de teleférico, direto da estação Abbesses até a escadaria da Catedral. Eu, particularmente não recomendo, porque é nesse ponto que existe o maior assédio de vendedores ambulantes aos turistas. Além disso, recomendo muito o passeio pelas ruelas do bairro sem pressa.

IMG_0931 Sacré-Cour

Na descida, fomos também a pé até o famoso Moulin Rouge. O caminho pode ser um pouco intricado em função das ruas do bairro serem em vários desníveis (e cheias de escadarias que ligam umas às outras), mas com a ajuda de um mapinha de mão e o pedido de socorro a alguns franceses muito solícitos (não, isso não é ironia. Pedimos informações duas vezes e fomos muito simpática e prontamente ajudados) conseguimos chegar no nosso destino.

Moulin Rouge


Vai viajar? Que tal reservar seu hotel com o Booking.com? Cada vez que você reserva seu hotel através do Blog, nós recebemos uma comissão e você não gasta nada a mais por isso! Viu que maneira legal de ajudar a gente? =D

 

 

Paris – Dia 4 – Notre-Dame, Marais e Locações de Cinema

Isto pode ser lido emPortuguês

This can be read in English

Esto se puede leer en Español

 

Por Amanda Sena

Uma das minhas maiores vontades de conhecer Paris era poder passar por alguns dos lugares dos quais passei a minha vinda inteira ouvindo falar sobre, ou mesmo vendo pela tela, em alguns dos meus filmes preferidos como: Meia Noite em Paris, Antes do Pôr Do Sol, Último Tango em Paris e por aí vai…

Nosso quarto dia em Paris cumpriu perfeitamente esse objetivo. Tivemos a luxuosa companhia de dois guias de luxo, Bruno e Carol – nossos amigos e anfitriões do Expresso Paris – com dois moradores (e profundos conhecedores) da cidade a tira colo, tivemos a chance de conhecer a vida parisiense mais de perto.

Como sempre, começamos o roteiro do dia com uma caminhada até a Catedral de Notre-Dame. Entrar nesse lugar foi mais um sonho realizado. Além de ser gigantesca, os quadros, vitrais e esculturas dessa que é uma das principais igrejas em estilo gótico da Europa, são simplesmente de tirar o fôlego.

IMG_0675 IMG_0656 interior da Catedral

Sem falar na energia do lugar (a construção é de 1163), entramos na hora de um dos cânticos da missa. Um impacto daquelas vozes e do som do órgão estão na minha cabeça até hoje.  É de fato, uma visita obrigatória.

No caminho, entre o bairro de Monteparnesse e a Catedral passamos pela esquina em que o personagem de Owen Wilson espera a carruagem que o faz voltar no tempo de uma Paris da década de 1920, no filme Meia Noite em Paris, de Woody Allen.

20141026_073913

Escadinha onde Gil (Owen Wilson) esperava para fazer sua viagem no tempo

Escadinha onde Gil (Owen Wilson) esperava para fazer sua viagem no tempo

Já quase em frente a Catedral, outra locação de filmes amados: Shakespeare & Company. A livraria fofa onde o filme Antes do Pôr do Sol, com Ethan Hawke e Julie Delpy, começa. A loja é uma típica livraria antiga parisiense com livros do piso ao teto e gatos ronronando por cima das pilhas. Mais uma parada pra foto!

IMG_0625

Seguimos a pé num passeio pelas ruas do Marais, bairro jovem, com muitos artistas de rua, e uma mistura de comunidades de judeus, argelinos e asiáticos. Passamos por vários cinemas de rua, pela Prefeitura de Paris, e fomos até a famosa Place des Vosges, a mais antiga praça planejada da cidade, também conhecida como Praça Quadrada por sua impressionante simetria. O almoço foi em dos inúmeros mini restaurantes que vendem comida árabe. Um kebab baratinho e estávamos prontos para seguir o roteiro.

IMG_0724

IMG_0610 IMG_0704

À tarde finalmente pegamos um metrô para ir até uma parte mais afastada do centro turístico. A causa nobre era conhecer o Espaço Django Reinhardt. Um bar antigo, onde o próprio Django – exímio guitarrista e ícone maior do Jazz Manouche (ou Gypsy Jazz) e adorado por músicos ao redor do mundo, inclusive por meu marido, que me apresentou e fez me apaixonar pelo gênero – costumava se apresentar. Vale muito a pena a visita para quem curte boa música. De quebra, logo ao lado tem um famoso mercado de pulgas de Paris, o O Marché aux Puces, especializado em antiguidades. Para chegar lá, pegue a linha 4 do metrô na direção Porte de Clignancourt e desça na estação de mesmo nome (é a última).

IMG_0753 IMG_0757-SMILE

Na volta, ainda tivemos tempo para tomar uma cerveja na praça ao lado da casa onde viveu Ernest Hemingway, célebre escritor americano, que nasceu em 1899 e suicidou-se em 1961, justamente quando revisava a edição de “Paris é uma festa”. Dia longo, produtivo e inesquecível.

IMG_0771


Vai viajar? Que tal reservar seu hotel com o Booking.com? Cada vez que você reserva seu hotel através do Blog, nós recebemos uma comissão e você não gasta nada a mais por isso! Viu que maneira legal de ajudar a gente? =D

Conhecer a gastronomia, conhecer um povo

gastonomia

Isto pode ser lido emPortuguês

This can be read in English

Esto se puede leer en Español

gastronomiaParrillada uruguaya no Mercado de Montevidéu

A gente viaja pelos mais diferentes motivos. Um dos mais fortes, para mim, é conhecer novas culturas, encontrar novas maneiras de viver, de fazer as coisas cotidianas, como comer, por exemplo. Sempre que viajamos, tentamos experimentar a culinária local, aquelas comidas nas quais os moradores se reconhecem. Comida com identidade e identificadora.

Conhecer a comida de um povo é conhecer o seu coração, as suas paixões.

gastonomia

gastonomia

Os nossos roteiros, portanto, incluem sempre a experiência gastronômica em suas mais variadas formas. Desde visitas a restaurantes famosos, como os que visitamos em Tiradentes, passando por botecos pés de escada, até um de nossos passeios favoritos: conhecer mercados, feiras e supermercados. Sim, supermercados, porque não? Se no restaurante a gente conhece o coração de um povo, é no supermercado que a gente reconhece a alma gastronômica dele. (A partir deste ponto, quando eu me referir a Supermercado, estenda aos Mercados e Feiras. Escolhi os supermercados porque estão em TODAS as cidades, por todos os lados, quando nem sempre há feiras ou mercados acessíveis ao turista).

gastonomiaVisitando o supermercado COTO, na Argentina, antes do segurança gritar: SIN FOTO!

É impressionante como uma visita ao supermercado de um local pode trazer informações interessantes sobre a sua cultura. Nesses estabelecimentos, encontramos as matérias primas que se transformam nas paixões de um povo, nas suas paixões mais básicas, corriqueiras, cotidianas, desprovidas de maquiagens ou firulas. No mercado, eu posso me encontrar com as raízes do povo. Especiarias, temperos, a presença maior de um determinado produto ou itens de produção local que não são vendidos em nenhum outro lugar. Ali eu posso estar dentro das casas das pessoas sem, no entanto, entrar nelas.

gastonomiaVariedades de Ervas-Mate no mercado de Porto Alegre

A Gastronomia de um povo é muito mais que uma questão de sabor, mas uma questão cultural, histórica. Como disse o outro (acho que foi Brillat-Savarin), “Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és”. O que uma gente come é o retrato de um espírito local.

Além de tudo, os supermercados já nos renderam boas e péssimas lembranças culinárias. Eu já trouxe de minhas viagens comidas deliciosas como as massas originais de empanadas que vieram da Argentina ou o MARAVILHOSO molho de pimenta Sriracha, diretamente de Nova Iorque. Tive, também, a infelicidade de comprar uma mistura para cheesecake, em Buenos Aires, que só serviu para a foto e foi direto para o lixo (foi mal aí, Argentina, mas devia ter vindo na caixa que era “Aroma de plástico” ¬¬). Conhecer essas comidas prontas também me faz refletir sobre a sociedade que a produz e consome. Basta comparar a imensa quantidade de produtos congelados ou “fáceis de fazer” nos mercados americanos com a mania de praticidade daquele povo. No caso da Cheesecake argentina, descobri, rapidamente, que eles não gostam de doces tão doces quanto nós, brasileiros, por exemplo.

gastonomiaBelo, mas ordinário (a foto nem está boa, mas não podia deixar de mostrar)

Essas experiências, portanto, nos deram a oportunidade de participar daquelas culturas no seus íntimos, conhecer o que as pessoas daqueles lugares compram para comer com suas famílias, nas suas casas, nos seus dia-a-dias ou em seus momentos de comemoração. Conhecer e participar da gastronomia de um lugar é ser parte daquele lugar. É, talvez, o mais próximo que podemos chegar da experiência de ser um “local”.


Você costuma visitar feiras, mercados ou supermercados nos lugares que visita? Tem alguma história legal para contar? Compartilha aí nos comentários com a gente! =D


Vai viajar? Que tal reservar seu hotel com o Booking.com? Cada vez que você reserva seu hotel através do Blog, nós recebemos uma comissão e você não gasta nada a mais por isso! Viu que maneira legal de ajudar a gente? =D


Paris – Dia 3 – Louvre, Pompidou e redondezas

Isto pode ser lido emPortuguês

This can be read in English

Esto se puede leer en Español

Por Amanda Sena

Paris é definitivamente a cidade dos museus. Ainda quero (e vou) voltar para conhecer muitos mais. Mas infelizmente, como o nosso tempo era muito breve em cada cidade, escolhemos os imperdíveis de cada uma, para que pudéssemos equilibrar também com outras programações e andar pelas cidades.IMG_0492

Nosso primeiro destino foi o Louvre. Seguindo as dicas certeiras dos nossos anfitriões que sabem tudo de Paris, seguimos direto pro museu de metrô ainda cedinho para chegar na hora de abertura: 9h. Como o Louvre também era um sonho antigo, havia planejado ficar pelo menos uma manhã por lá. Ficamos lá dentro por cerca de cinco horas e não conseguimos ver nem 1/3 do museu.

Descemos na estação Palais Royal e ainda no subsolo, na saída do metrô, localizamos um coffeshop que vendia os ingressos (Você também pode comprar os ingressos online e evitar filas), como não tínhamos um dia fixo para ir no museu, optamos por comprar lá e demos muita sorte. Pagamos €16 por cada ingresso, que nos dava acesso a uma entrada especial, sem filas. Confesso que até hoje não sei o que exatamente aconteceu lá, porque ao que consta o ingresso especial, sem filas, é bem mais caro. Só entramos em menos de 10 minutos no museu. Sensacional.

IMG_0499

Entre as obras mais famosas em exposição no museu estão a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, La Liberté Guidant le Peuple por Eugène Delacroix, A Vênus de Milo, e o Código de d’Hammurabi. Claro que vimos todas as famosas, mas super indico as sessões da Grécia Antiga, Egito e Mesopotâmia. São de tirar o fôlego. Outra parada obrigatória são os Fossos Medievais.

Grecia_Louvre

Saindo do Louvre dê uma boa caminhada pelo Jardin des Tuileries e também pela belíssima Rua de Rivoli.

IMG_0508

De lá, esticamos até o Paris Opera Garnier e o Centre Pompidou. Tudo andando. O Pompidou é mais um dos lugares incríveis de Paris. Um grande edifícil virado do avesso, como todas as suas “vísceras” expostas. Como chegamos já no final do dia, não aguentamos entrar para visitar as exposições. Também já chegamos num horário complicado que seria muito corrido. Então, sugiro que se visitar as exposições for sua prioridade, separe um dia só para isso. Para a gente só de poder sentir o clima do prédio já foi bem legal.

IMG_0535 IMG_0554 IMG_0555

Jantamos, bebemos e ouvimos boa música na região do Les Halles. O bairro é famoso por ser frequentado por muitos jovens e é cheio de ruelas repletas de restaurantes com mesinhas na rua no entorno do museu.  Fizemos o caminho de volta – a pé – até o Louvre novamente para ver a pirâmide acessa. Ahhh… Paris e suas luzes.

Paris_Day2_Museus


Vai viajar? Que tal reservar seu hotel com o Booking.com? Cada vez que você reserva seu hotel através do Blog, nós recebemos uma comissão e você não gasta nada a mais por isso! Viu que maneira legal de ajudar a gente? =D

Lhama Lhama – fugindo do óbvio em Gramado

lhama lhama

Isto pode ser lido emPortuguês

This can be read in English

Esto se puede leer en Español

É característico: em Gramado, não há restaurante que resista muito tempo sem aderir à famigerada sequência de fondues. É uma demanda expressiva dos clientes e que se revela na concorrência entre os estabelecimentos e pipoca nas fachadas: “Temos sequência de fondues”. Encontramos o danado do anúncio homogeneizador até num PUB irlandês! Nesse mar de queijos bem diluídos em vinho, há uma opção para aquele turista que quer fugir do óbvio em Gramado: A Lhama Lhama panadería.

lhama lhama

Nós encontramos o espaço por acaso, localizado no Boulevard de São Pedro, sem alarde, justamente em frente à Fonte do Amor Eterno. A panadería tem um projeto bem descolado, com uma pegada retrô e moderninha. Não espere o luxo estereotipado de Gramado (às vezes até emulado). Essa não é a proposta do lugar. São os próprios sócios quem atendem e lhe servem as delícias produzidas na casa, no andar superior da Lhama Lhama (aliás, que nome legal! Muito a ver com o espírito do lugar).

lhama lhama

lhama lhama

Eles produzem tortas, cheesecakes, empanadas, petit gateau, etc. Nós experimentamos as empanadas argentinas (R$ 6,00, cada), que em nada deixam a desejar às originais porteñas, e a cheesecake de doce de leite (R$14, a fatia), com um toque de gengibre e limão que agregam refrescância à sobremesa e ajudam a cortar o doce exagerado. Muito bem feitas e muito saborosas. Ponto para o Lhama Lhama.

lhama lhama

lhama lhama

Aos sábados e aos domingos, cardápio especial. Quando fomos, eles estavam servindo feijoada aos sábados e bobó de camarão aos domingos. Como o menu fica escrito com giz numa parede, imagino que o cardápio seja mutante, o que permite sempre uma renovação do espaço. Bem legal!

lhama lhama

A Lhama Lhama, então, é uma opção super válida para quem está indo a Gramado e quer fugir do óbvio queijo fundido que até as pedras de meio fio estão servindo. Claro, a fondue de queijos é um clássico que deve ser sempre reverenciado. Mas é na inovação que estão os ares mais refrescantes. E as experiências mais avivadas.


Lhama Lhama Panadería

Av. Borges de Medeiros, Loja 10, Gramado – RS


 

 

 

Fenearte 2015 – Achados da 16ª edição

Se você está em Recife essa semana já deu de cara com um dos muitos leões de barro do Mestre Nuca espalhados pela cidade e já sabe que estamos em tempos de Fenearte. Essa é a 16ª edição da maior feira de artesanato da América Latina e esse ano homenageia o Mestre Nuca de Tracunhaém e o poeta Louro do Pajeú . A feira traz esse ano mais de 5 mil expositores em 800 espaços com artesanato de cidades de Pernambuco, todos os estados do Brasil e 51 países (é muito box, minha gente!)

A gente deu um pulinho na feira e fiz Rodrigo me acompanhar por todas as ruazinhas (adoro!). Fizemos uma cobertura de alguns achados no Snapchat e agora vim compartilhar alguns itens que chamaram nossa atenção e outros que trouxemos para casa. Vem comigo.

IMG_0181 (Copy)

Flores de cerâmica do Vale do Jequitinhonha de Minas Gerais

Casinhas de Minas

Casinhas fofinhas no estande de Minas gerais

bandejas de Minas

Bandejas e Galinhas mineiras

Temos uma quedinha pelo artesanato mineiro sim ou com certeza? Se você também é do nosso time se liga que Minas está representada em muitos estandes ao longo da feira. A feira conta com o sempre presente estande lotado de peças de cerâmica do Vale do Jequitinhonha e outros com muitas peças  decorativas e móveis de madeira. Ainda não sei porque não trouxe meu banquinho de madeira! Para quem ama o artesanato em madeira e ferro de lá, ou sempre quis uma galinha de angola ou um divino mineiro para chamar de seu, essa é a chance de conseguir um achado.

 Petrolina

Banquinhos talhados em madeira, de Petrolina

 

Paraíba

Arte sacra no estande da Paraíba. Os santinhos custam R$ 35,00

 

Pendentes Leny

Pêndulos de Leny’s, de Tracunhaém. R$ 30,00 cada

IMG_0185 (Copy)

 O que dizer dessas máscaras meio O grito? Também no estande de Leny’s. R$ 50,00 cada

 

 

IMG_0187 (Copy)

pinhas

As criações de Ana rios e Regina do estande 352 ganharam nossos corações. Passadeira de mesa em formato de folha de bananeira e jogo americano em formato de folhagens, abacaxi, caju! Genial! Os vasos e pratos de cerâmica também estão lindos e com ótimo preço.

 

Flor de Madeira

Flores de madeira de Holambra. R$ 2,00 a unidade

 

IMG_0213 (Copy)

Matrioskas fofinhas

 

IMG_0211 (Copy)

Os pendentes turcos que a gente sempre namora. Os preços variam entre R$ 800,00 a R$ 1.400,00

 

Os achados que trouxemos para casa:

Processed with VSCOcamPorta coisinhas de Freedom Cavalcanti, do estande de Olinda (R$ 10,00 cada). Genial essa reutilização de latas de sardinhas! Podem ser porta sachês ou nichos encaixáveis para porta bijous. Amei.

 

Processed with VSCOcam

Fonte de cerâmica do estande de Paulo Sérgio, mais um artesão olindense (R$ 60,00 ). Rodrigo quer ciar um cantinho zen. Mas tenho sérias suspeitas que Jadinha fará de bebedouro.

 

Processed with VSCOcam

Vasinhos cabeças do estande Cerâmica do Cabo. (R$ 15,00 e R$ 20,00). Acho que esse é um dos estandes mais legais de toda a feira, as criações são lindíssimas e ainda conta com um artesão fazendo as  peças no meio da muvuca. Se você curtiu as nossas cabecinhas, lá tem de todos os tamanhos e formatos de penteados. Os vasos pendentes e pratos decorativos da Cerâmica do Cabo também estão de babar. Não deixe de conferir, vai por mim!

 

A Fenearte segue até domingo 12 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco.

Segunda a sexta, das 14h às 22h. De sábado a domingo das 10h às 22h. Ingressos de segunda à sexta, R$ 10 (inteira) e R$5 (meia); sábado e domingo R$12 (inteira) e R$6 (meia).  

Se você estiver com uma visita programada, recomendo fortemente que opte pelo translado gratuito que sai do shopping Tacaruna a cada 15 minutos.  Deixe seu carro no shopping e vá ser feliz sem se preocupar em conseguir uma vaga.

Isla del Rosário – Vale a pena?

Isto pode ser lido emPortuguês

This can be read in English

Esto se puede leer en Español

Isla del rosário

No cais de Cartagena, haverá dezenas de agentes de turismo tentando lhe vender o passeio para a tal Isla del Rosário (que nem ilha é, como descobrimos bem depois). As fotos são lindas e encantam com as cores do mar do Caribe lhe chamando a apenas uma horinha de barco. Compramos a ideia e marcamos a saída no dia seguinte. Todo lugar tem seus percalços e o passeio para a Isla del Rosário é um deles. Pelo menos, foi para nós.

É um passeio de dia inteiro. Para começar, nosso barco tocava toda a sorte de música reaggeton possível e imaginável. Ok, eu até gosto do ritmo, mas passar uma viagem inteira ouvindo somente isso a toda a altura é de enlouquecer qualquer um.

Isla del rosário

No meio do caminho, tinha uma pedra: ou melhor, uma ilha. Uma parada numa ilha que tem um aquário de entrada paga. Não adianta reclamar. Ele vai parar e você vai ter que esperar as pessoas entrarem e curtirem a atração. Estaria tudo bem, se essa ilha não fosse minúscula e toda de praias de pedra, o que impossibilitava um mergulho, mesmo que breve, no mar azul cristalino do Caribe. Resta sentar em algum tronco e ficar babando para chegar logo na Isla.

Isla del rosário (5)

A chegada à ilhota que tem o aquário…

Isla del rosário (4)

Passarinho, nosso amigo na espera…

Isla del rosário

A vista belíssima do mar ao redor da ilhota – para ficar babando

Depois de quase duas horas de viagem, chegamos à Isla del Rosário. É bem bonita, com mar clarinho de Caribe e areias claras. Seria perfeito, se não fosse por um detalhe: estava lotada e tudo acontece num pequeno pedaço de mar delimitado por boias e das quais você não deve passar. E, quando eu digo tudo, eu estou me referindo a gente andando de Jet-ski, passeios de banana boat e todo tipo de boia puxada por lanchas, barcos e tudo o mais.

Isla del rosário

Nós nos sentimos extremamente inseguros de mergulhar e sermos pegos por qualquer daquelas embarcações. Resultado: ficamos pouquíssimo tempo no mar e fomos para a areia. Dominada, diga-se de passagem, pelas barraquinhas que você tem que alugar para sentar. Nos recusamos e fomos para uma parte da praia mais vazia, abrimos uma canga e fizemos um lanche com os salgadinhos e batatas fritas que compramos antes de sair! Bordoso que é bordoso só vai à luta preparado!

Isla del rosário (11)

Isla del rosário (9)

Isla del rosário (10)

Isla del rosário

Depois de umas duas horas na Isla propriamente dita, iniciamos o nosso retorno e, mais uma vez com o reaggeton dos infernos, chegamos ao porto de Cartagena sob o por do sol. Uma visão que fez valer o passeio (mentira, mas que foi muito bonito, isso foi).

Isla del rosário (13)

Isla del rosário (14)

Isla del rosário (15)

Isla del rosário

 

Nossa conclusão: Se o seu passeio pela Colômbia não inclui uma visita à Ilha de San Andres, então o passeio pode valer para você, pois a vista do Mar do Caribe é realmente impressionante. No entanto, se depois de Cartagena você segue para San Andrés, pule essa fogueira colombiana e vá curtir uma cúmbia em algum bar pela cidade. Se você decidir pelo passeio, no entanto, fique atento se alguém lhe oferece o trajeto direto para a Isla, sem passar pela ilhota do meio, a não ser, também, que você tenha interesse em conhecer o aquário. Aí, meu amado leitor, se jogue e curta o passeio como um todo! Inclusive, dançando ao som de Niña Bonita, de Maia! Tocou a viagem toda e eu fiquei fã!


Conhece a Isla del Rosário? O que achou do passeio? Conta para a gente aí nos comentários! =D


Vai viajar? Que tal reservar seu hotel com o Booking.com? Cada vez que você reserva seu hotel através do Blog, nós recebemos uma comissão e você não gasta nada a mais por isso! Viu que maneira legal de ajudar a gente? =D

Novo padrão de malas a bordo

novo padrão de malas

Isto pode ser lido emPortuguês

This can be read in English

Esto se puede leer en Español

Todo viajante sabe: a fila do check in é um tortura sem saber se o atendente da companhia aérea vai empombar – injustamente – com a nossa pequena bagagem de mão composta de uma malinha simples + uma mochilinha de costas + um casaquinho pro frio do avião, um travesseirinho de bordo e, às vezes, um eventual lanchinho.

Pois muito bem, a International Air Transport Association – IATA, associação da qual você nunca tinha ouvido falar, provavelmente, quer criar um novo padrão de malas que podem ir a bordo. Em um trabalho conjunto com empresas de transporte aéreo e fabricantes de aviões, a IATA definiu um tamanho que seria o ideal para o espaço interno das aeronaves.


Veja +

Cota em Viagem Internacional

Colômbia – 10 Motivos para Visitar

Cartagena de Índias – A Joia do Caribe Colombiano

San Andrés, Colômbia – Caribe Inexplorado e Apaixonante


Nas empresas aéreas brasileiras, atualmente, as dimensões da mala a bordo não podem somar 115 cm (largura + altura + profundidade). O problema está no fato de que, desde que a mala some 115 cm em suas dimensões, ela pode ter qualquer formato! E isso pode dificultar sua vida na hora de encontrar uma vaguinha dentro do avião para colocar sua mala…

DIMENSOES DA MALA A BORDODimensões mais comuns aceitas atualmente nos voos brasileiros

O novo padrão, no entanto, tem 55cm de altura x 35 cm de largura x 20cm de profundidade, ou seja, 39% menor que as malas que hoje a maioria das empresas aéreas consideram malas “a bordo”. A Associação defende que esse novo padrão mundial de mala facilitará o embarque dos passageiros, uma vez que a ideia é criar um selo “Carry-on OK“, que viria estampado na mala e “liberaria” a mala para ir embarcada, sem necessidade de passar por aquele estressante momento de medir a mala de mão na hora do check-in.

Mas, atenção! O padrão é uma sugestão (além de ser, ainda, apenas um ideia em discussão) e as companhias aéreas não têm obrigação de acatar a medida, mas empresas como Azul, Avianca e Lufthansa já demonstraram interesse em adotar o padrão. As empresas ficam livres, inclusive, para permitirem malas maiores, até como uma medida de competitividade e diferencial no mercado.

Claro, se pensarmos no nosso lado, fica muito mais fácil saber qual mala é aceita e qual não é, na hora de comprar uma mala nova. Aquela ansiedade da fila, portanto, não teria mais motivo para existir, uma vez que teremos malas “certificadas”. Então, na sua próxima viagem, pode ser que a sua malinha querida que tanto já salvou seu tempo em aeroportos mundo afora não seja mais aceita como mala de mão. Mas, claro, isso ainda não é regra. Portanto, vamos aproveitar enquanto ainda é tempo, até termos que ser obrigados a comprar novas malas dentro do padrão…

 

Com informações do jornal

O Estado de S. Paulo


 

Vai viajar? Que tal reservar seu hotel com o Booking.com? Cada vez que você reserva seu hotel através do Blog, nós recebemos uma comissão e você não gasta nada a mais por isso! Viu que maneira legal de ajudar a gente? =D

Follow Blog Serviço de Bordo’s board [ILUMINAR] on Pinterest.

Seguro de viagem: contratar ou não?

Começo da trilha, e o guia lá na frente
Esporte radical: melhor estar preparado!

Toda vez é assim. Você comprou suas passagens, reservou seus hotéis, já leu tudo o que havia para ler sobre o destino aqui no Serviço de Bordo.com e agora se depara com uma dúvida comum a todo viajante: contratar ou não o seguro viagem?

É bem verdade que todos nós já viajamos, com seguro ou sem, e nada nos aconteceu (na maioria das vezes). Mas, você está disposto a pagar para ver? Eu não estou! Toda vez que eu viajo para fora do país, meus amigos me perguntam por que eu faço o seguro viagem (eu SEMPRE faço). A resposta está no meu medo de me lascar nos números e na obrigatoriedade de contratação de um seguro de Assistência e Viagem, no valor mínimo de € 30.000, para alguns países, como os assinantes do Acordo de Schengen!

Um amigo nosso estava de férias na Europa e precisou fazer uma cirurgia de emergência. Sabem o preço médio de uma cirurgia na Europa? Uma cirurgia besta, digamos, como de apendicite, pode chegar a custar a bagatela de € 8.000 Euros, isso dá quase R$ 24.000 reais! Considerando os custos envolvidos na contratação do seguro de viagem, eu prefiro fazer o investimento.

Dos acionamentos dos seguros, 75% são por motivo de saúde e 25% para os demais problemas de viajantes. E – fiquei besta com essa informação – 75% dos acionamentos se dão nos Estados Unidos e 20%, na Europa (Nos EUA, a mesma apendicite pode te custar impressionantes U$35.000!!!!).

Então, minha gente, pelo sim ou pelo não, eu contrato sempre o seguro. Seguro é aquilo que a gente paga esperando não precisar usar, mas se precisar, ele está ali para nos ajudar. Nem tudo em viagem são flores, né?

Felizmente, para os leitores do Serviço de Bordo.com, nós temos um parceiro arretado, que dá 15% de desconto para quem contratar o serviço aqui pelo nosso link!

É o seguinte: basta clicar no banner abaixo, fazer sua cotação e, na hora de finalizar o pedido, inserir o código 15%ABRIL (válido até o dia 30/04/2015). E é naquele esquema, né? Você reserva seu seguro através do Blog, não paga nada a mais por isso (aliás, tem até um desconto! =D) e a gente ainda recebe uma comissão! Vê que legal! =D

Seguro mondial

Untitled-1
Lá no site, é fácil inserir o código, ó!

Todo mês esse código é atualizado. Fica sempre de olho aqui nesse link que a gente vai atualizar mês a mês para manter essa mamata vantagem! =D

Novo código válido até o dia 31 de maio de 2015

MAIO%DESC

E você? Contrata Seguro Viagem quando sai de férias? Conta pra gente e não deixa de responder a nossa enquete ali do lado!

Esse post tem itens publicitários.

Apresentando nossa nova colaboradora: Amanda Sena!

11095522_10152695343277373_1801769349_o

E o Serviço de Bordo.com termina a semana com uma novidade entusiasmante: subindo a bordo Amanda Sena para reforçar nosso time!
Amanda é Jornalista e turismóloga graduada. Cria pernambucana, reside em São Paulo desde 2011, onde atuou na assessoria de imprensa da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e atua na assessoria de imprensa do Theatro Municipal. (gente fina é outra coisa…)

11018886_10152599348847373_5651611332199380627_o
Quando morava em Recife, Amanda escreveu para o Jornal Folha de Pernambuco, como setorista do caderno de Cultura e, algumas vezes, também fez pautas para o caderno de turismo. Como a gente diz aqui no Recife: A danada é fera!
Já tá na cara que viajar é uma paixão da Amanda, né? Sair por aí conhecendo novas culturas, admirando diversas formas de Arte, desbravando novas gastronomias. Só tava faltando um espaço para ela dividir todas essas experiências! Não falta mais!
Aqui no blog ela vai escrever sobre algumas viagens internacionais e nacionais que já fez e continua fazendo! Planejamentos, custos, impressões, paixões. A narrativa é livre e desimpedida para que você, leitor, tenha a melhor aproximação possível da experiência da viagem, para já ir programando a sua vez!
Enfim, bem vinda, Amanda! Será um prazer contar com sua colaboração!

Translate »