Francesinha – Uma iguaria do Porto

Vocês já sabem que, aqui no Serviço de Bordo, a gente sempre tenta experimentar as comidas locais para tentar entender como vivem as pessoas de determinado lugar. Pois bem, estando na cidade do Porto, em Portugal, não havia a menor possibilidade de não experimentar um prato absolutamente típico de lá: a Francesinha.

A Francesinha é um sanduíche constituído de pão de forma, algum tipo de carne, lingnuiça, cobertura de queijo derretido, presunto, um ovo, às vezes, e mergulhado no mais gostoso molho de tomate. Sempre vem acompanhada de batatas fritas. O negócio é muito gostoso! Mas é preciso saber escolher. Nem todos os lugares servem a francesinha com materiais de qualidade e você acaba pagando por uma experiência furada. Nós rodamos muito na cidade do Porto até que nos deparamos com um restaurante que parecia decente, novinho e que servia a belezura! E não podia ter sido melhor a nossa escolha.

Na área externa do Mercado do Bolhão, bem em frente à saída do metro, está o Portus Gustus. Um restaurante recém inaugurado por um brasileiro e que conta com o chef Nuno no comando das panelas. E aí que está a grande diferença da francesinha de lá. Além de usar ingredientes de primeira qualidade, o chef desenvolveu um molho super especial para a iguaria – e é tradição que cada lugar tenha seu molho próprio. Apimentado na medida exata, o molho é uma atração à parte. O chef não quis me dizer o que tinha lá dentro, mas eu chutaria que levou um toque de cachaça, numa colaboração fantástica entre Brasil e Portugal. O pão usado também fez a diferença: ao contrário de outras francesinhas que nós experimentamos, o  pão não ficou mole e encharcado de molho. Mais firme, manteve a estrutura até o fim do sanduíche. Ponto para o pão!

Não deixe de provar essa leitura portuguesa do clássico francês croque monsieur! E o Portus Gustus nos pareceu o melhor lugar para fazer isso na cidade do Porto!


Portus Gustus

Rua Alexandre Braga, Porto

 

Pastel de Belém – O melhor de Lisboa?

É impossível fazer uma viagem a Lisboa e não provar o Pastel de Belém. O doce é um emblema da cidade e todo e qualquer boteco vende dele. Mas, antes de tudo, um esclarecimento: aquele docinho feito com massa folhada e recheio cremoso a base de ovos se chama Pastel de Nata. Pastel de Belém, só esse pessoal aí de baixo que pode fazer, ó:

Alguns dados: A receita do Pastel de Belém original é secreta. Apenas três pessoas têm acesso a ela. No restaurante da Rua Belém, fundado em 1837, são servidos cerca de 20 mil pasteizinhos POR DIA. Isso, sim, vinte-mil-pasteis-de-belém-por-dia. A gente tinha que ir provar!

De fato, o sabor é diferente dos demais. O creme é molhadinho, firme e mais claro. Uma grande diferença é a doçura: é bem menos doce que os demais. Talvez por isso se sirva a iguaria coberta com canela e açúcar – primeiro a canela e depois o açúcar, para quebrar a acidez da especiaria. O aroma de baunilha é suave e a massa é realmente crocante.

O restaurante matriz é bem bonito e labiríntico. E enorme! Tem muitas mesas e vale a pena entrar para comer. Normalmente a fila para consumir o produto na casa é bem menor que a fila para levar os pasteizinhos para comer andando. São inúmeras salas, cada uma com peculiaridades. Em algumas, azulejos tradicionais recobrem as paredes.

Mas, vamos responder à pergunta: é o melhor de Lisboa? Não achei. Achei diferente, mais suave, mais histórico ou tradicional. Mas, o que eu gostei mesmo foi o da Nata Lisboaque experimentamos na pequena unidade que fica na entrada para o Castelo de São Jorge. De qualquer maneira, prove todos os pastéis de nata que encontrar e decida qual é o seu favorito!


Pastéis de Belém

Rua de Belém, 84-92, Lisboa
Telefone: +351 21 363 7423
Horário (fonte: Google):

quinta-feira 08:00–23:00
sexta-feira 08:00–23:00
sábado 08:00–23:00
domingo 08:00–23:00
segunda-feira 08:00–23:00
terça-feira 08:00–23:00
quarta-feira 08:00–23:00

7 Dicas para Voo Longo

Na hora em que você emite o bilhete é aquela alegria! Você fica naquele êxtase ANAC, você quer ligar pro seu melhor amigo pra compartilhar a boa nova, o accuweather vira a homepage do seu Chrome e você já sabe decorado o mapa de todas as cidades em que você vai pisar e, quem sabe, até daquelas que você só vai sobrevoar! O tempo passa, você já está gabaritado para assumir uma vaga de Uber em várias cidades, e chega a hora do embarque. Eis o momento em que você percebe o tamanho do problema que tem em suas mãos: vem um voo longo por aí!

E esse voo longo pode representar, facilmente, 12 horas ou mais! E, se você, como eu, for um exilado do Nordeste, acrescente mais 3 ou 4 horas até Guarulhos ou o Galeão para, só então, começar a viagem de verdade. Pronto. Sentiu o tamanho do drama? Aí vem a pergunta: como sobreviver a esse martírio aéreo, a esta Cruzada contemporânea? Pois muito bem, leitor de Serviço de Bordo não fica na mão nem de olho vermelho! Aqui vão nossas dicas para um voo longo!

1 Beba um pouco e vá dar uma volta!

Não, não estou mandando você encher a cara de álcool. O que você deve beber em abundância durante um voo longo é água! O ar mais seco do avião faz nosso corpo desidratar e piora os efeitos do jet lag. Então, de hora em hora, beba um pouco de água e vá dar uma volta pelo avião.

Em voos longos, evite ao máximo passar muito tempo sentado. Pense no escritório: você consegue passar um dia de trabalho sem se levantar para esticar as pernas? Então, por que você deveria passar tantas horas sem se mover propriamente no avião? Ficar sentando por longos períodos facilita a formação de trombos, o que pode desencadear uma situação séria de embolia. E isso vai acabar com a sua trip. Depois de beber a sua água, então, levante-se e vá dar uma volta. Não dá para levantar? Faça flexões de panturrilha elevando a perna até ficar na ponta dos pés. Sentado, mesmo. Eu faço 3 séries de 10 repetições. Isso ajuda a fazer o sangue se movimentar e evita maiores problemas para você!

2 Ouça pouco com seus fones mágicos

Toda companhia aérea que se preze distribui fones de ouvidos para os passageiros, mas sempre são de qualidade duvidosa. O segredo, então, é investir uma graninha em bons fones. Para mim, os melhores são aqueles over-ear (os que ficam por fora, daqueles grandões). E se forem canceladores de ruído, muito melhor.

Não ouvir os ruídos do avião lhe ajudam a relaxar e a cair no sono com mais facilidade. Nesse caso, eu sou acostumado a dormir com os meus fones grandões. Se você não consegue, invista em fones pequenos, internos, mas não vale os que vêm com o celular. A gente também tá falando de qualidade sonora! Uma boa pedida são os fones Quietcontrol 30 Wireless da Bose. Você consegue controlar o quanto do ruído externo deve ser cancelado, tem conexão bluetooth e NFC. Existem muitas marcas no mercado! Procure a que melhor se encaixa no que você precisa.

dicas para voo longo

Esses fones da Bose são fantásticos!

3 Viaje no fundão

Normalmente nossa tendência é escolher uma poltrona mais à frente da aeronave na esperança de desembarcar primeiro e sair daquele suplício de meio dia nos ares. Bem, isso faz sentido, mas de acordo com uma reportagem da Travel+Leisure, alguns comissários de bordo revelam que evitam atender aos passageiros nas primeiras filas de madrugada. Isso por que atender alguém na fileira 14 pode significar que dali para trás, todos podem querer a mesma coisa que o danado lá da frente e, certamente, não vai ter para todo mundo. Nessa, você pode ficar sem aquele travesseiro extra ou aquele cobertor a mais para se proteger do frio.

dicas para voo longoO 787-900 da KLM – sentar no fundo é uma boa dica para voo longo

A dica, então, é sentar mais atrás no avião, mais perto da áreas dos comissários. Apesar de representar mais tempo no desembarque, pelo menos você vai ter uma maior chance de ter seus pedidos atendidos com mais presteza.

4 Carregue o seu samartphone/tablet

Acostume-se a levar seus gadgets sempre carregados para seu entretenimento a bordo. Imagine passar as 12 horas de voo trancado com opções de filmes medianos e temporadas de séries de dois anos atrás! Carregue seu celular, encha com seus filmes preferidos e aproveite o voo. As companhias aéreas, inclusive, começaram a perceber essa tendência e estão avisando que vão deixar de oferecer a telinha individual em voos mais curtos. Pode ser um anúncio de uma coisa mais ampla no futuro.

Cias aéreas como a American Airlines e a LATAM passaram a investir no fornecimento de rede embarcada que você pode acessar através de um celular ou tablet e tem acesso ao sistema de entretenimento da companhia. Só é necessário baixar o aplicativo da empresa aérea (clique aqui para baixar o  da LATAM | Android)

dicas pra voo longoUsar o sistema de entretenimento para celular faz parte das nossas dicas para voo longo!

Nós testamos o sistema da LATAM e gostamos bastante! Inclusive, consegui fazer o download através da própria rede do avião, já lá em cima. O acesso é apenas para baixar o aplicativo e, em seguida, assistir às séries e filmes. Aí você combina isso com os filmes e séries que você levou e você está pronto para ir até o Japão!

5 Livre-se das malas!

Nada mais chato do que, após um voo longo, ter que ficar em pé esperando a mala. Isso se você conseguir um lugar perto da esteira, naquele episódio de TWD que vira a sala de desembarque. Então, a solução é desapegar e compactar os pertences em bagagens de mão.


Esse é o modelo Mala Bordo 360° Duet 2 da Sestini

As suas preocupações serão muito menores! Não corre o risco de perderem sua mala, você é o primeiro na fila do táxi (ou pelo menos não vai concorrer com o pessoal do seu avião), e você ainda se sente um vencedor na vida, pessoa sem amarras, uma alma evoluída!

6 Escolha o seu avião, capitão!

Pouca gente presta atenção nisso, mas muitas vezes as companhias aéreas operam uma mesma rota com mais de um modelo de avião. Isso pode significar que você tem a possibilidade de voar numa máquina mais moderna, de tecnologia mais atual, o que pode resultar em menos cansaço e mais conforto durante a viagem.

Saber escolher o avião é uma das nossas dicas para voo longo

O 787-900 da Boeing, por exemplo, promete menor ruído interno vindo dos motores e melhor condição do ar interno, com pressurização maior e maior humidade relativa do ar (cerca de 4 vezes mais que o disponível em outras aeronaves!), janelas maiores. Ou seja, uma breve busca pode fazer a diferença no comforto do seu voo longo. É bastante conhecer um pouco de aeronaves e buscar essa informação no site das companhias. A maioria delas fornece essa informação na hora da compra da passagem.

7 Monte um kit de sobrevivência

Se você vai passar horas voando, então melhor se preparar para enfrentar as condições de vida dentro de um avião. No avião faz frio, você tem pouco espaço para as pernas, o ar é bastante seco, nem sempre o vizinho quer fechar a cortina da janela, a poltrona é desconfortável, e por aí vai. Você, então, precisa montar um kit de sobrevivência!

Tirar os sapatos é uma constante em meus voos. Voar com sapato apertando o pé é o caminho para um voo infeliz. Tire os sapatos, fique de meias e circule assim pelo avião. Para isso, leve um par de meias limpo para trocar quando precisar colocar os sapatos novamente. Se andar de meia lhe parece uma ideia terrível, escolha um sapato fácil de colocar e tirar.

Um modelo Slip-On é o ideal para uma viagem. Esse é o modelo Floral Jacquard da VANS

Máscara para dormir também é uma excelente ideia, se você consegue dormir com aquele treco apertado em sua cara. Eu não consigo, mas isso não significa que você não deva tentar. Quando eu preciso muito tirar um cochilo no avião – eu não consigo dormir em avião – eu enrolo algum pano na cara. Minha tática tem sido viajar de casaco com capuz. Coloco o capuz na cabeça em cima dos olhos e foi!

Esse é o modelo Changing Tide Tank da VANS  – O capuz é ideal para aquela soneca no avião (não, esse post não foi patrocinado pela Vans. Quem me dera!)

Uma coisa que acontece bastante nesses voos longos são horas de conexão em algum aeroporto Hub no mundo. No nosso último voo, tivemos nada menos do que 9 horas esperando no aeroporto de Asunción, no Paraguai. Então, se você já vem de um voo de 15 horas e vai esperar mais 5 no aeroporto antes de seguir viagem, significa que você já está fora de casa há quase um dia! Um banho pode ajudar no estresse da espera. Nesse caso, prepare uma muda de roupas na mala de mão adequada para voar e tome uma ducha rápida, se no seu aeroporto for possível fazer isso.

No seu kit de guerra, inclua algum creme para as mãos, um protetor labial e um pouquinho de soro fisiológico, se o seu nariz for feito o meu, que sangra a qualquer umidade menor que os 95% recifenses. Existem embalagens desses produtos em tamanhos “viagem”, para você não ter problemas na hora do embarque.

 

 

 

7 Tendências de Viagens para 2017

Portugal

Começando o ano e nós estamos de olho no que está acontecendo pelo mundo. 2017 já mostra que será um ano de muita movimentação e, inclusive, de muitas mudanças. Muito se fala nas questões econômicas, nas tensões religiosas, no problema da imigração dentro da Europa. Mas, em que isso atinge as nossas vidas de viajantes? Tentamos prever algumas tendências de viagens para 2017. Confere aí!

1 Viajar com poucas malas

Com as novas regras da ANAC entrando em cena, vai ficar mais caro viajar com dezenas de malas despachadas. Então, a gente vai ter que aprender a ser mais compacto. Essa é, na verdade, uma tendência mundial e nós não teríamos como escapar dela. Para viajar barato, tem que ser mala a bordo e isso requer racionalizar o que vai dentro dessa mala. O que nos leva à próxima tendência.

novo padrão de malasA palavra de Ordem, agora, é RACIONALIZAR

2 Trazer lembranchinha já era!

A velha camiseta “Estive em Londres e Lembrei de Você” vai ficar cada vez mais rara nas famílias brasileiras. Isso por que, com meros 10kg de mala a bordo, além da limitação de tamanho da mala, trazer lembrancinhas de viagens para cada um dos nossos familiares será uma tarefa desafiadora. Dá para perceber que as encomendas dos amigos também poderão ser solenemente negadas: “só tenho 10kg, desculpa!”. Chega de trazer aquele Wii U na mala para o primo do seu amigo ou aquele perfume pro irmão da prima do seu tio. Ma, se a lembrancinha for inevitável, invista em chaveiros e imãs de geladeira. É só dizer que é a última tendência.

Minas GeraisAqueles bibelôzinhos de viagem que tanto amamos estão com os dias contados

3 Viajar Pelo Brasil

Mesmo com a previsão de um dólar mais barato para 2107, viajar para fora do país ainda está bastante caro. Apesar das promoções de passagens aéreas para diversos países, os gastos no exterior ficam mais proibitivos com um dólar rondando a casa dos R$3,20. Assim, viajar pelo Brasil pode ser uma boa saída. Aliás, saída não. Nosso país é uma maravilha de diversidade de lugares para se conhecer. A gente tem de tudo! De neve até calor escaldante. De Florestas Tropicais a Pântanos. Megalópoles e cidadezinhas. A viagem doméstica é uma tendência que deve ser aproveitada, inclusive, para melhorar os serviços de turismo pelo país. O que se mostra como tendência para nós é a viagem de contato com as belezas naturais e os destinos que despontam no nosso radar são o litoral do Nordeste e o Jalapão. Gostaríamos de ver o Pantanal mais visitado, também.

Praia do PatachoPraia do Patacho, Alagoas

4 Ir de Ônibus

Dólar caro significa passagens de avião caras. As perspectivas com as novas regras da ANAC não são boas. Há uma desconfiança de que as medidas implementadas não reflitam em vantagens financeiras para os passageiros e essa deve ser uma luta que deve perdurar um bom tempo. Assim, nossos velhos amigos, os ônibus, voltam a tomar nossas atenções. Veículos muito mais confortáveis que qualquer companhia aérea, uma franquia bastante ampla de bagagens e preços muito mais em conta (em alguns casos) fazem o transporte rodoviário voltar a ser uma opção viável para quem quer viajar sem gastar uma fortuna. A viagem de ônibus também pode ser muito útil quando se escolhe viajar no período noturno e, assim, economiza-se uma diária de hotel. De toda maneira, a gente vê esse modo de viajar crescendo no Brasil em 2017.

5 Conhecer um outro lado da América Latina

San AndresO Caribe colombiano está entrando no roteiro de muitos viajantes

Há, no entanto, aqueles que não abrem mão de uma viagem internacional anual. Com os preços ainda caros, nossa aposta é no crescimento do turismo na América Latina, sobretudo em países ainda pouco conhecidos dos brasileiros, como a Colômbia, ou zonas pouco exploradas como o Deserto do Atacama, ricas em belezas naturais. A sacada é que passagens por aqui são muito mais baratas em milhas do que passagens para os Estados Unidos ou Europa, ainda mais se você aproveitar as promoções dos programas de milhagens (que normalmente aparecem em meados de março e abril). Além disso, o custo de vida nesses países, se não são mais baratos, são similares ao do Brasil. Então, a viagem internacional torna-se muito mais econômica e permite conhecer um outro lado do nosso continente com voos curtos, falando uma língua similar, com costumes nem tão diferentes assim. A América Latina é tendência não só para 2017, mas para os próximos anos.

6 Viajar pelo Sudeste Asiático

Sudeste Asiático
Foto: Karin Hipólito

Fora da América, o que deve crescer é o turismo na Ásia, especialmente nos países como a Tailândia e Camboja. Apesar do alto preço das passagens, o custo de vida é muito inferior ao brasileiro, permitindo acesso do viajante a bens e serviços de boa qualidade a um custo razoável. Além de permitir um contato com uma cultura bastante distinta da nossa, os baixos custos permitem uma viagem mais “econômica”, sobretudo para aqueles que conseguem flexibilidade na data da partida e garantem bons descontos nas passagens.

Sudeste AsiáticoFoto: Karin Hipólito

7 Explorar Portugal

PortugalVila Nova de Gaia – Portugal (foto: Karin Hipólito)

Se você é do time que não abre mão da viagem internacional, Portugal pode ser o seu destino. Dentro da Europa, o país apresenta custos muito abaixo dos vizinhos de continente. Alie-se a isso a vantagem de falar (quase) o mesmo idioma, a facilidade de diversos voos diretos a preços razoáveis e o charme europeu intrínseco e temos aí uma grande tendência de viagem para os brasileiros em 2017. Portugal é lindo, com belas paisagens, arquitetura riquíssima, facílimo de se locomover e pequeno – numa viagem pode-se conhecer o país de Norte a Sul! É, definitivamente, uma das tendências de viagens para 2017.

PortugalCastelo de Óbidos – Portugal (foto: Karin Hipólito)

Cioccolatte Gelateria – Sorvete Excelente no Bairro do Recife

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Já tem um bom tempo que nós havíamos sido convidados a experimentar o sorvete da Cioccolatte Gelateria, lá no Bairro do Recife. Entre uma atividade e outra, o convite foi ficando para mais tarde até que, essa semana, finalmente fomos lá. E vou dizer: eu devia ter ido antes.

Primeiro de tudo: é um lugar lindo! Um projeto muito bem bolado (e delicado) do escritório PMZ Arquitetura, que teve a sensibilidade de trabalhar cores que não concorressem com o colorido dos sorvetes. Aliás, isso é básico numa sorveteria: o destaque é aquele mar de cores dos sorvetes que encantam e fazem você morrer naquela indecisão de qual o sabor eleito!

 Segura o post mais colorido até hoje!

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Na vitrine, ficam 16 sabores à exposição e que são trocados tão logo a bandeja esvazie. E são trocados por outros sabores. Então, é bem difícil que você faça duas visitas iguais! Sempre uma surpresa!

Uma dica: o de pistache nunca é exposto, mas sempre é produzido. Se você quiser experimentar esse sabor, peça à balconista

E não precisa se fazer de rogado se você quiser experimentar todos os sabores: é política da casa deixar o cliente provar todos os sabores disponíveis, estejam eles na vitrine ou na geladeira! E, sim, nós provamos literalmente TODOS OS SABORES antes de decidir.

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Prova do crime

Outra coisa que precisa ser dita sobre esse sorvete que conheci agora, mas que já considero pacas: a textura dele é impressionante. O “Chocolate Amargo” parece uma mousse de tão densa. Isso significa que você vai ter muito mais sorvete em uma bola, que ele vai demorar um tiquinho mais para derreter e que o sabor será mais intenso! #vivantagem

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Muito gostoso e denso, é muito provável que você ache que é uma mousse de chocolate!

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Cheesecake de morango, com pedaços de biscoito e uma calda deliciosa de morango!

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O de maçã verde é dos mais surpreendentes! Nada enjoativa e com o sabor da maçã bem forte. Refrescante!

O processo deles permite ter os mais diversos sabores de sorvete que você puder imaginar, como os sucessos “Bolo de Rolo” e “Tapioca com Coco”. E, como estamos perto da páscoa, eles produziram sabores de páscoa, como, por exemplo, um sorvete de FERRERO ROCHER, sim, assim, em letras maiúsculas… Não provei, mas deve ser muito bom! “Colomba Pascal“, “Chocolate com pimenta“, “Chocolate 50% de Cacau” são alguns outros sabores especialmente preparados para essa época do ano.

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Para abrilhantar ainda mais seu sorvetinho delícia, eles fizeram umas casquinhas cobertas com chocolate belga, parceria com Lana Bandeira. Agora, corra por que é só durante a Semana Santa!

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Os produtos base dos sorvetes são todos importados da Itália!

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Bolo de rolo, sucesso entre gringos e locais! Tem gosto de bolo de rolo, mesmo!!!

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Esse merece uma reverência: Iogurte com Amarena (uma cereja Premium em calda fantástica). Pergunte se tem na geladeira, se não tiver na vitrine. Vale a pena. É muito gostoso.

Então, num passeio à tarde pelo Bairro do Recife, não deixe de conhecer esse sorvete, que está aparecendo como 1º lugar do Recife entre lugares para sobremesas no TripAdvisor!


CIOCCOLATTE GELATERIA

Rua Alfredo Lisboa, 507, Recife Antigo – PE (próximo ao Marco Zero)

(81) 3049-0039
Facebook: /cioccolattegelateria


Queens Cozinha Extravagante, um hambúrguer no Arraial

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O Recife está transformando sua maneira de apreciar boa comida. Nós estamos, cada vez mais, desejantes por espaços abertos e despojados, sem muito fricote. Não à toa, muitos restaurantes e cafés têm investido em áreas externas, com jardins bem cuidados e super agradáveis.

Nesse caminho, de espaços agradáveis e abertos despidos de exageros desnecessários, vieram os Food Trucks e estacionaram com força total em nossa cidade (que trocadilho péssimo! Mas, tá valendo…). E nós estamos aprendendo a apreciá-los, uma vez que eles são os representantes máximos dessa ambiência “fora de casa”. Claro que muitos Food Trucks chegaram e logo se acomodaram ao antigo estilo recifense “muros adentro” (como “praça de alimentação” no estacionamento de shopping, mas que não vou comentar agora…), mas tantos outros são fiéis ao estilo “tou na rua”.

Tudo isso para dizer o seguinte: nós fomos conhecer o nosso primeiro Food Truck essa semana. O Queens Cozinha Extravagante é desses caminhões que prezam pela qualidade do espaço “fora de casa”. Parado no estacionamento da Galeria Casa Grande, as mesinhas se espalham no chão de cobograma, iluminadas pela mais autêntica e charmosa gambiarra de lâmpadas, que, para mim, trazem um clima festivo. Para delimitar um pouco o espaço, uns pallets fazendo as vezes de paredinhas baixas, mas nada que impeça a sensação de integração ao espaço público.

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 As opções do cardápio são muito interessantes e a pouca quantidade de itens me indicava que as comidas tinham grandes chances de serem deliciosas. Nossa primeira escolha foi o tal de Gulabi Gang (bolinhos de grão de bico condimentados com adição de quinoa e amaranto, condimentados e fritos, acompanhados dos molhos “Tahini cream”, “Chutney de Manga” e “Asian fusion” – R$12,90). O prato chegou muito rápido na nossa mesa e eu só posso dizer isso: delicioso! Na verdade, eu posso dizer mais. Os bolinhos estavam sequinhos, crocantes, muito bem temperados e os molhos eram muito bons, com destaque para o Tahini cream. Tenho quase certeza de que esse é o molho preferido dos clientes. Foi o nosso. O chutney estava excelente, também, e o Asian fusion era mais discreto no sabor. Aliás, eles não deixam isso explícito no cardápio, mas esse é um ótimo prato vegetariano, para quem for acompanhar aquele amigo doido pelas carnes!

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Pedimos também o Falafel Gulabi (pão pita recheado com falafel, pasta aveludada de amendoim, tahini cream, maçã & pepinos laminados e mix de folhas – R$ 14,90). Eis um sanduíche bem montado. Não só na apresentação, mas na forma de construir o sabor. Primeiro, você sente o falafel e a pasta de amendoim com o tahini cream. À medida em que você vai comendo, alcança o molhinho de pepinos e maçã. Aqui será um ponto de polêmica. Alguns torcerão a cara para o pepino. Eu digo: experimente. Me surpreendeu. No dia que fomos, o pão pita tinha acabado e o nosso sanduíche foi servido no pão de azeite. Eu colocaria essa opção no cardápio, pois ficou muito gostoso.

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Depois, foi a vez dos hambúrgueres. Eu sou fã do prato, tenho um gosto muitíssimo amplo para o sanduíche e tinha altas expectativas com o Queens. Primeiro, uma apresentação bem legal, com o papel de seda timbrado e um palitão segurando o sanduíche. Como íamos dividir, o garçom solicitou que viessem partidos ao meio. Eu pedi o Grace Fucking Jones – nome excelente!  – (Pão australiano encrostado com parmesão e gergelim preto, hambúrguer blend da casa, camarões graúdos salteados, Maionese da Queens, queijo gouda, molho barbecue e mix de folhas – R$ 21,50). Dani pediu o Blue Velvet (Pão australiano encrostado com amêndoas laminadas e parmesão, hambúrguer blend da casa 160g recheadíssimo com blue cheese, mais blue cheese, geleia de frutas vermelhas, lâminas de amêndoas, cebola tostada e mix de folhas – R$ 23,90).  O Blue Velvet era bom, muito embora eu esperasse uma verdadeira explosão de blue cheese, com gorgonzola escorrendo pelas minhas mãos, mas não foi o que ocorreu. Honesto. Mas o Fucking Jones… O Fucking Jones era Fucking good!

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O Blue Velvet

O Grace Fucking Jones tem uma ótima combinação de sabores, um hambúrguer extramente macio – os dois tinham, na verdade – um pão macio from the heavens (não descobri se era da própria casa), camarões bem preparados, maionese delícia e nem sombra de necessidade de uma gota sequer de ketchup ou coisa que valha (indispensável em alguns hambúrgueres por aí…).

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A lindeza do Arraial

Não vou mentir: senti falta de batatas fritas no menu. Sim, por que eu sou desses. Mas, meu amado leitor, se você quer ter uma boa experiência de hambúrguer bem feito, num ambiente urbano por excelência, com uma seleção musical de primeiríssima, então rume sua saída em direção ao Queens Cozinha Extravagante. 


Queens Cozinha Extravagante

Estrada do Arraial, 2541, Estacionamento da Galeria Casa Grande

Aberto das 18h às 23h

Paguei com Cartão de Crédito (VISA)


 

Nômade Digital: talvez não seja para você.

 

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Nos últimos tempos, um termo tem ficado muito famoso nos textos sobre viagens e trabalho: Nômade Digital. Esse é o nome que se dá àquelas pessoas cujas profissões permitem que desempenhem suas funções de qualquer lugar do mundo. Assim, não há necessidade de ficar num mesmo lugar por muito tempo, o que possibilita a essas pessoas que viajem livremente mundo afora. Uma ideia maravilhosa, não? Com certeza! Mas, apenas para algumas pessoas. Eu já planejei minha vida como nômade digital e desisti. Porquê?

É inegável que a ideia de passar a vida de país em país é muito atraente, especialmente para quem ama viajar, como eu. Eu estaria livre, conhecendo sempre novas culturas, novos povos, novas comidas. Meu Instagram ia ser sucksés (JOUT, 2015). Mas, nas minhas viagens pelo mundo, eu acabei percebendo uma coisa muitíssimo interessante: uma das maiores emoções de uma viagem, para mim, é a sensação do “ir e voltar”.

Estar de volta” significa que eu tenho um canto no mundo que é só meu, no qual eu me reconheço, no qual eu me sinto pertencente. E é esse sentimento que faz as viagens tornarem-se tão instigantes e interessantes. Eu adoro conhecer novos lugares, fotografá-los, divulgá-los. Elas são sempre um lançamento em mares ainda não navegados, mas com a certeza de um porto seguro no retorno. E esse porto seguro é formado por seus familiares, seus amigos, seus vizinhos, a sua casa e, por que não, pelo seu trabalho. Eu preciso dessa segurança, dessa certeza.

Não, esse post não foi patrocinado pela Gol para lhe incentivar a comprar passagens de Volta… Era a foto que eu tinha.

Você não precisa se sentir um fracassado por que não leva a vida viajando pelo mundo todos os dias. Essa não é uma vida para qualquer pessoa. Aliás, como qualquer vida, ela tem de servir para quem a está vivendo (Entendeu?). Eu conheço outros blogueiros e Youtubers (confere aí o Cadu Cassau) que levam a vida nômade e são extremamente felizes com isso! E são mesmo! Para eles funciona porque esse modo de vida se adéqua ao que buscam. E esse pessoal faz um trabalho bem interessante em divulgar esse estilo de vida que tem seus pontos altos e baixos, como tudo. Mas, isso não quer dizer que a minha vida tenha que ser assim, também. E nem a sua! Eu sou um escritor completamente satisfeito em, a cada viagem, ter a emoção de preparar minha casa para a minha partida e ter saudade de casa. Aliás, esse é um sentimento fortíssimo!

Eu tenho muito apego a minha casa (não podia ser diferente, para um arquiteto, né?). Eu gosto de “me colocar” em cada canto dela e de fazê-la à minha imagem e semelhança. Nada mais natural, então, do que gostar de voltar para ela! Eu amo a minha casinha! Foi nesse momento, em que eu percebi isso, que eu desisti dos meus planos de Nômade Digital.

Entendam que eu não estou chamando os nômades digitais de desgarrados, desnaturados ou qualquer coisa do tipo. O que importa é o que cada um busca para si. E o que espera encontrar nessa jornada. As tecnologias ajudam a diminuir as saudades e ausências e isso pode funcionar! Eu é que necessito de um apego diário, da vida cotidiana com os amigos e com os familiares. E pode ser que você também tenha essas necessidades, essas vontades de estar junto. Se é o seu caso, então, meu caro, a vida de Nômade Digital (também) não é para você. E quer saber? Não há nada de mal nisso!


 

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Bélgica – O Charme de Bruges e uma cerveja em Bruxelas

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Por Amanda Sena

Dando sequência aos nossos posts sobre a minha Eurotrip, vou falar um pouco sobre a nossa breve, porém não menos maravilhosa passada pela Bélgica. Escolhemos (em função da limitação de tempo) um roteiro que nos permitisse fazer deslocamentos curtos, e que fosse num trajeto direto para otimizar nossa passagem pelas cidades. Como mencionei no primeiro dia de Paris, escolhemos passar por Bruges, uma cidade medieval da Bélgica pertinho de Bruxelas.

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Saímos de Paris cedinho no nosso sexto dia de viagem e fomos de trem até Bruxelas. O trajeto é super fácil – fomos até a Paris Nord de metrô – e bem sinalizado. Compramos nossas passagens com antecedência no site da Rail Europe ( €50 cada, variando de acordo com o dia e a disponibilidade) para garantir que não teríamos problemas. Por indicação dos nossos amigos,  e por não saber antecipadamente se iríamos preferir parar em Bruxelas na ida ou na volta, compramos apenas o trecho até Bruxelas e o trecho até Bruges – que tem trens frequentes da estação – compramos na hora.

A distância entre Paris e Bruxelas é de apenas 1h30 de trem, mas quando chegamos acabamos optando por só parar em Bruxelas na volta e fomos direto para Bruges. Estávamos ansiosos para conhecer a cidade que tanto ouvimos falar. E Bruges não nos decepcionou.

Conhecida como “A Veneza do Norte” Bruges é cercada por canais, castelos, moinhos e construções medievais que fazem a gente entrar em uma verdadeira viagem no tempo.

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Nosso hotel ficava bem do ladinho do Grote Markt, a praça central que é cercada de museus, bares e restaurante. Recomendo como o melhor lugar para ficar. Apesar de Bruges ser uma cidade bem pequena e segura, à noite – como a maior parte dos turistas vêm apenas passar o dia – o movimento diminui bastante e a vida noturna acaba ficando um pouco restrita a essa região que também tem ótimos restaurantes e tavernas (falarei de uma logo adiante).

Grote Market

Depois que nos acomodamos, fomos direto bater perna pela cidade. Não entramos em muitos museus porque nosso objetivo era curtir ao máximo as paisagens da cidade e o lindo dia de sol (gelado) que pegamos. Com um mapa na mão, fomos passear pela cidade que é considerada uma das cidades europeias mais fotogênicas, charmosas e românticas.

Conseguimos visitar – tudo andando – alguns dos pontos mais importantes da cidade: a Basílica do Sangue Sagrado; a Belfry, torre de 83 metros de altura e o ponto mais alto da cidade; a Minnewate, ou lago do amor, um dos pontos mais fotografados da cidade; as inúmeras e tentadoras lojas de chocolate (gente, sério, chocolate belga é imoral!) e as muitas lojihas (coffeshops) com cervejas baratas e maravilhosas.

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Dica: passamos o dia andando, petiscando e bebendo. Não deixe de comer as deliciosas batatas fritas da Bélgica. Diz a lenda que apesar de serem mundialmente famosas como french fries, a receita de sucesso real é a belga. Em Bruges há vários food trucks com cones de batata e inúmeros molhos. Não deixe de provar! São impagáveis!

Muitos turistas apenas passam o dia em Bruges e voltam a noite para Bruxelas. Nós escolhemos ficar e pernoitar na cidade e foi um excelente escolha. A atmosfera do lugar a noite é fenomenal. Um clima lúgubre envolve as ruelas e dá um ar todo especial.

Jantamos no La Taverne Brugeiose  um restaurante delícia no Grote Markt e depois fomos tomar “uns bons drinks” no Le Trappiste, uma taverna subterrânea tradicional e super charmosa com a melhor carta de cervejas que eu já vi na vida. Recomendo não deixar de ir!

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No dia seguinte, antes de pegarmos o trem de volta para Bruxelas ainda tivemos tempo para conhecer o St Janshuis e Koelewei Mills quatro moinhos de vento que ficam às margens do perímetro do centro histórico da cidade. Um deles foi contruído no início do século XVII. Lindos!

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Na volta, almoçamos em Bruxelas. Na verdade, almoçar é modo de dizer, porque nossa parada foi no famoso Delirum Café, cervejaria famosa por ter uma das maiores ofertas de rótulos de cerveja. Ahhh essa Bélgica!

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DiVagar Gourmeco – comida excelente em Tiradentes

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Em Tiradentes, Minas Gerais, tem um bistrô muito charmoso comandado por um italiano. Misturando a culinária do país da bota com toques da culinária mineira, o Divagar Gourmeco apresenta pratos muito bem feitos e ricos de sabor.

O ambiente é bem simples, mas com uma decoração cuidada, com elementos que remetam tanto à cultura italiana, como a enorme bandeira que fica em cima de um móvel no centro do salão, quanto à cultura e artesanato mineiros, com destaque para o imenso lustre de ferro fundido que encima as mesas ou as mesas e cadeiras, feitas com madeira e ferro e muito comuns na região do interior de Minas.

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Mas, vamos à comida! Comece pedindo uma entrada, que bebe na fonte (aliás, toma um banho de corpo inteiro) na culinária mineira. Linguiças com molho de tomate (R$25,00), Dip de pimenta com pães (R$15,00), o maravilhoso pastel de Angu (R$ 20,00) são apenas algumas das opções. O restaurante não tem um cardápio extenso, mas é do tamanho adequado. Como estávamos sem muita fome, pedimos uma frozen caipirinha de limão siciliano com mel de abelha (R$15,00, se não me engano), servida com o gelo triturado numa taça de martíni – e que era uma delícia – e partimos para os pratos principais.


Veja mais:


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Eu pedi um Risotto de gorgonzola com favo de mel (R$25,00) que me rouba as palavras até hoje e eu não sei o que dizer daquele prato. Uma delícia!!! O arroz no ponto correto, gorgonzola de ótima qualidade e o mel para adocicar sem dominar. De fato, um prato para levar para a vida.

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divagar gourmecoDani pediu o Prato Zé-cutivo do dia, que era um Parpadelle puxado na manteiga com bolinhos (R$25,00). O prato Zé-cutivo é rotativo e sempre tem uma novidade do dia. A massa também é excelente. As porções são individuais.


DiVagar Gourmeco

Rua Direita, 10, Tiradentes, Minas Gerais
Telefone: +55 32 3355-1955

Aceita MasterCard, Aceita Visa, Reservas, Assentos (informações do TripAdvisor)

Horas (conforme informações do TripAdvisor):
Dom 12:00 pm – 6:00 pm
Seg – Sex 12:00 pm – 3:30 pm
Sex – Sáb 7:30 pm – 11:00 pm

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Paris – Dia 5 – Jardin Des Plantes, Montmartre e Sacré-Coeur

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Por Amanda Sena

No nosso último dia em Paris fomos brindados com um lindo dia de sol. Aquele friozinho de 16 graus e céu limpinho com a luz perfeita. O azul combinou perfeitamente com o cenário do Jardin Des Plantes.

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Como sempre fomos até nosso primeiro destino do dia caminhando e admirando as construções da cidade. Paris é o lugar perfeito pra isso.

Confesso que não tinha lido muito, nem visto nada sobre o Jardin Des Plantes. Incluímos mais por causa da proximidade do local que estávamos hospedados. Isso nos faria ganhar tempo, já que o objetivo do dia era curtir o Montmartre.

E como é bom ser surpreendido, não é mesmo?! Toda a região onde o jardim está localizado é incrível. A vizinhança é super tranquila com vários prédios históricos e uma cara um tanto quanto medieval.

O jardim, propriamente dito, é do início do século XVII e foi o primeiro jardim real de ervas medicinais da cidade. É um dos maiores parques de Paris cheio de tralhas, flores, tipos de plantas e corvos, muitos corvos. Mesmo no outono haviam muitas flores coloridas. Cenário perfeito para lindas fotos.

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O parque também abriga o Museu de História Natural. Não tivemos tempo de visitar, mas já está nos nossos destinos obrigatórios em possível volta.

Em frente ao parque pegamos o metrô em direção ao Montmartre. Descemos na estação Abbesses para ir subindo até a catedral passeando pelo bairro. Mas atenção, essa estação tem muuuuitas escadas. Se descer nela, espere a fila do elevador. Só entendemos a fila da espera quando quase desistimos no meio da subida.

No caminho passamos por alguns dos cenários mais incríveis de Paris. Igreja St-Jean I’Evangéliste de Montmartre, Place des Abbsses, Place du Tertre – famosa por seus artistas de rua (cuidado com o assédio excessivo nesse local, todos querem faturar. Todos.) e as lojinhas super charmosas do bairro.

Ruas do Montmartre

Almoçamos num restaurante em frente a Place du Tertre. Não foi um dos lugares mais baratos, porém também não foi caro. EUR 24.00 por pessoa.

Place Du Tertre

Seguimos até a suntuosa, e realmente linda, Catedral Sacré-Cour. O prédio é de fato um deleite para os olhos. Sua cúpula é o segundo ponto mais alto de Paris, atrás apenas da Torre. Também é possível ir de teleférico, direto da estação Abbesses até a escadaria da Catedral. Eu, particularmente não recomendo, porque é nesse ponto que existe o maior assédio de vendedores ambulantes aos turistas. Além disso, recomendo muito o passeio pelas ruelas do bairro sem pressa.

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Na descida, fomos também a pé até o famoso Moulin Rouge. O caminho pode ser um pouco intricado em função das ruas do bairro serem em vários desníveis (e cheias de escadarias que ligam umas às outras), mas com a ajuda de um mapinha de mão e o pedido de socorro a alguns franceses muito solícitos (não, isso não é ironia. Pedimos informações duas vezes e fomos muito simpática e prontamente ajudados) conseguimos chegar no nosso destino.

Moulin Rouge


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