Queens Cozinha Extravagante, um hambúrguer no Arraial

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O Recife está transformando sua maneira de apreciar boa comida. Nós estamos, cada vez mais, desejantes por espaços abertos e despojados, sem muito fricote. Não à toa, muitos restaurantes e cafés têm investido em áreas externas, com jardins bem cuidados e super agradáveis.

Nesse caminho, de espaços agradáveis e abertos despidos de exageros desnecessários, vieram os Food Trucks e estacionaram com força total em nossa cidade (que trocadilho péssimo! Mas, tá valendo…). E nós estamos aprendendo a apreciá-los, uma vez que eles são os representantes máximos dessa ambiência “fora de casa”. Claro que muitos Food Trucks chegaram e logo se acomodaram ao antigo estilo recifense “muros adentro” (como “praça de alimentação” no estacionamento de shopping, mas que não vou comentar agora…), mas tantos outros são fiéis ao estilo “tou na rua”.

Tudo isso para dizer o seguinte: nós fomos conhecer o nosso primeiro Food Truck essa semana. O Queens Cozinha Extravagante é desses caminhões que prezam pela qualidade do espaço “fora de casa”. Parado no estacionamento da Galeria Casa Grande, as mesinhas se espalham no chão de cobograma, iluminadas pela mais autêntica e charmosa gambiarra de lâmpadas, que, para mim, trazem um clima festivo. Para delimitar um pouco o espaço, uns pallets fazendo as vezes de paredinhas baixas, mas nada que impeça a sensação de integração ao espaço público.

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 As opções do cardápio são muito interessantes e a pouca quantidade de itens me indicava que as comidas tinham grandes chances de serem deliciosas. Nossa primeira escolha foi o tal de Gulabi Gang (bolinhos de grão de bico condimentados com adição de quinoa e amaranto, condimentados e fritos, acompanhados dos molhos “Tahini cream”, “Chutney de Manga” e “Asian fusion” – R$12,90). O prato chegou muito rápido na nossa mesa e eu só posso dizer isso: delicioso! Na verdade, eu posso dizer mais. Os bolinhos estavam sequinhos, crocantes, muito bem temperados e os molhos eram muito bons, com destaque para o Tahini cream. Tenho quase certeza de que esse é o molho preferido dos clientes. Foi o nosso. O chutney estava excelente, também, e o Asian fusion era mais discreto no sabor. Aliás, eles não deixam isso explícito no cardápio, mas esse é um ótimo prato vegetariano, para quem for acompanhar aquele amigo doido pelas carnes!

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Pedimos também o Falafel Gulabi (pão pita recheado com falafel, pasta aveludada de amendoim, tahini cream, maçã & pepinos laminados e mix de folhas – R$ 14,90). Eis um sanduíche bem montado. Não só na apresentação, mas na forma de construir o sabor. Primeiro, você sente o falafel e a pasta de amendoim com o tahini cream. À medida em que você vai comendo, alcança o molhinho de pepinos e maçã. Aqui será um ponto de polêmica. Alguns torcerão a cara para o pepino. Eu digo: experimente. Me surpreendeu. No dia que fomos, o pão pita tinha acabado e o nosso sanduíche foi servido no pão de azeite. Eu colocaria essa opção no cardápio, pois ficou muito gostoso.

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Depois, foi a vez dos hambúrgueres. Eu sou fã do prato, tenho um gosto muitíssimo amplo para o sanduíche e tinha altas expectativas com o Queens. Primeiro, uma apresentação bem legal, com o papel de seda timbrado e um palitão segurando o sanduíche. Como íamos dividir, o garçom solicitou que viessem partidos ao meio. Eu pedi o Grace Fucking Jones – nome excelente!  – (Pão australiano encrostado com parmesão e gergelim preto, hambúrguer blend da casa, camarões graúdos salteados, Maionese da Queens, queijo gouda, molho barbecue e mix de folhas – R$ 21,50). Dani pediu o Blue Velvet (Pão australiano encrostado com amêndoas laminadas e parmesão, hambúrguer blend da casa 160g recheadíssimo com blue cheese, mais blue cheese, geleia de frutas vermelhas, lâminas de amêndoas, cebola tostada e mix de folhas – R$ 23,90).  O Blue Velvet era bom, muito embora eu esperasse uma verdadeira explosão de blue cheese, com gorgonzola escorrendo pelas minhas mãos, mas não foi o que ocorreu. Honesto. Mas o Fucking Jones… O Fucking Jones era Fucking good!

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O Blue Velvet

O Grace Fucking Jones tem uma ótima combinação de sabores, um hambúrguer extramente macio – os dois tinham, na verdade – um pão macio from the heavens (não descobri se era da própria casa), camarões bem preparados, maionese delícia e nem sombra de necessidade de uma gota sequer de ketchup ou coisa que valha (indispensável em alguns hambúrgueres por aí…).

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A lindeza do Arraial

Não vou mentir: senti falta de batatas fritas no menu. Sim, por que eu sou desses. Mas, meu amado leitor, se você quer ter uma boa experiência de hambúrguer bem feito, num ambiente urbano por excelência, com uma seleção musical de primeiríssima, então rume sua saída em direção ao Queens Cozinha Extravagante. 


Queens Cozinha Extravagante

Estrada do Arraial, 2541, Estacionamento da Galeria Casa Grande

Aberto das 18h às 23h

Paguei com Cartão de Crédito (VISA)


 

Villa Foria Boa Viagem – pizza de qualidade na Zona Sul do Recife

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Quando chegou o convite para irmos conhecer a Villa Foria de Boa Viagem, nós ficamos bem animados. O restaurante é a segunda unidade da já célebre pizzaria nascida no seio do bairro das Graças (que eu já visitei, ó). O ponto em Boa Viagem surgiu para atender a duas demandas da área: um delivery que pudesse entregar as pizzas com a mesma qualidade que se tem no restaurante e oferecer um ponto em que as pessoas pudessem degustar as pizzas da casa em um ambiente mais descontraído do que a matriz das Graças.

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O restaurante tem uma fachada bem discreta, bem diferente do imponente casarão das Graças, mas com traços que remetem àquela arquitetura colonial. Tudo foi feito com muito cuidado e atenção. Nada que pareça um delivery adaptado, mas também, nada que tenha a elegância da matriz da pizzaria e restaurante. É um ambiente agradável e mais descontraído. A área externa talvez tenha ficado um pouco escura, mas isso é por que eu adoro ambiente muito iluminados. Tanto que adorei a mesa interna que tem um lustre bem em cima dela.

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Quanto à comida, é bom estar avisado: o menu é reduzido, em relação ao da Villa Foria das Graças. O cardápio da unidade de Boa Viagem é exclusivo de pizzas, que têm a mesma crocância, a mesma beleza, o mesmo sabor. Excelentes, como é o esperado para a casa.

Para entrada, nós pedimos a Casquinha do Chef com Parmesão e Gorgonzola (a única opção de entrada). Bom para passar o tempo até a chegada das pizzas.

entrada

A nossa pizza salgada foi de Presunto de Parma com Chutney de Manga e Gengibre e Lombo Canadense com Abacaxi e Bacon. As misturas são deliciosas, bem dosadas e não enjoativas. Os contrastes são interessantes e bem construídos. O presunto de parma estava excelente, bem como o chutney de manga. O único porém foi o abacaxi, que estava sem gosto e sem cor. Essa pizza merecia um abacaxi em todo o seu esplendor, in natura, ou, até mesmo, um abacaxi em calda caseiro. Fica a dica!

pizza presunto parma

Para fechar, como não poderia deixar de ser, uma pizza doce! Sonho de Valsa (Calda de chocolate, catupiry e sonho de valsa). A pizza estava excelente! E, não sei se foi a mão do cozinheiro ou se foi uma readaptação do cardápio, dessa vez o sabor do catupiry estava bem menos pronunciado (na verdade, eu não senti nada do catupiry), o que, para mim, foi uma decisão acertadíssima! A pizza doce tem que ser doce! Até pode haver um toque de salgado para gerar uma sensação de contrastes, mas, da outra vez, o catupiry dominava o sabor da pizza. Ponto pra Villa Foria!

pizza de chocolate

A Villa Foria de Boa Viagem, então, foi uma grata surpresa, que me rendeu uma noite tranquila, com um excelente atendimento (não lembro do nome do garçom que me atendeu, mas ele é digno de elogios) e um ambiente que não parece um puxadinho para aproveitar a área do delivery. Se a intenção é uma pizza descontraída numa noite de semana, a Villa Foria de Boa Viagem é a escolha para você!


SERVIÇO | VILLA FORIA DELIVERY DE BOA VIAGEM

Local: Av. Conselheiro Aguiar, nº 510, Boa Viagem, Recife – PE.
Horário: das 18h às 23h, de terça a domingo.
Formas de pagamento: dinheiro e cartões Visa, Mastercad, Hipercard, American Express e Diners Club. Aceita também Sodexo, Ticket e Alelo.

Informações: (81) 3314.1400.
www.villaforia.com.br | f:/villaforiapizza | i: @villaforia


 

Molho de Tomate Salsaretti – Review

Meu povo,

vocês já devem ter percebido que aqui no Serviço de Bordo nós estamos, cada vez mais, explorando o mundo fantástico da Gastronomia, né? Começamos comentando os restaurantes que visitamos nas cidades por onde andamos, falando sobre o ambiente e sobre a comida. Acontece, meus queridos, que comida é um assunto que muito nos agrada e a gente quer mais… Então, vamos mergulhar cada vez mais nesse mundo das delícias!

Para começar, um post que eu nunca fiz aqui no blog, mas que há muito tempo eu venho planejando fazer: review de algum produto alimentício! E, para estrear, a gente vai de Molho de Tomate Salsaretti Gourmet. Os Molhos são parte de uma linha de produtos da Bunge com qualidade “diferenciada”, digamos.

SALSARETTI BASÍLICO

Antes de mais nada, eu tenho que deixar claro que molho de tomate é uma coisa que eu mesmo produzo (e que, um dia, eu vou ensinar a vocês). Mas, nesse dia em especial, a preguiça estava gigantesca, o Molho Salsaretti estava em promoção e eu adoro experimentar coisas novas (eu já tava planejando esse post, na verdade! =D). Pronto. Fui lá e comprei dois vidrinhos: o de Oliva (com azeitonas) e o de Basílico (com manjericão).

SALSARETTI OLIVA

Eu experimentei os molhos sozinhos e com uma massa. A minha desconfiança inicial deu lugar a uma grata surpresa! Os molhos são muito bons! Uma coisa que eu odeio nos molhos prontos é a extrema acidez, mas os Molhos Salsaretti Gourmet quase não têm acidez. Eles vêm com pedaços de tomate no tamanho ideal e com sabores realmente diferentes, que é outra coisa que eu odeio nos molhos de tomate prontos: você pode comprar o de manjericão e o de alho queimado que eles têm o mesmo gosto. O Salsaretti Oliva, por exemplo, veio com pedaços generosos de azeitonas e ele TINHA GOSTO de molho de tomate com azeitonas. O mesmo vale para o molho Basílico.

SALSARETTI NA MASSA

No final, nossa avaliação é extremamente positiva. Não substitui um bom molho de tomate caseiro, obviamente, mas, naqueles dias da preguiça mórbida, ele cumpre com muito mais distinção e glória a função de fazer aquela macarronada rápida para salvar o almoço do domingo!

P.S.: Esse não é um post patrocinado, mas se a Bunge quiser mandar aqui para casa os outros produtos da linha, eu recebo de muito bom grado! =D

Udon Cozinha Oriental – Recife

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Numa rua calma do bairro de Casa Amarela, uma placa luminosa anuncia que acabávamos de encontrar o Udon Cozinha Oriental. Decidimos conhecer o lugar depois de algumas indicações de amigos numa votação acirrada na nossa página do Facebook (aqui, ó).

Ao chegar no local, fomos recebidos muito atenciosamente pelo garçom, que rapidamente nos informou que a casa estava cheia, mas que poderia arrumar a mesa que estava disponível perto da entrada para que coubéssemos todos. Como éramos quatro pessoas e a mesa, pequena, resolvemos aguardar por uma mesa maior no salão principal.

UDON-Salão

Logo na entrada, há um aviso sobre a reforma pela qual a casa está passando e isso é perceptível. Alguns acabamentos por fazer, outros já prontos, tudo em andamento. Nada que atrapalhasse o serviço ou a qualidade da experiência no Udon Recife. O salão principal é agradável sem cair na breguice de alguns restaurantes orientais, que não entenderam a diferença entre inspiração e pastiche (aqueles leques gigantes nas paredes pintadas de vermelho com luminárias de bola com inscrições em japonês…).


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Villa Foria – Pizza de Alta Qualidade

Haus Lajetop – Um bar na laje no Recife


Um cuidado muito atencioso no projeto do Udon Cozinha Oriental foi o uso de um revestimento de tratamento acústico no teto, reduzindo o barulho insuportável que poderia se criar num ambiente tão pequeno – também pode ter sido para atender à legislação de Geração de Incômodo à Vizinhança. De qualquer maneira, o saldo é muito positivo e agradável. Se você, como eu, repara nos detalhes, observe a luminária quadrada e o delicado trabalho lateral na madeira.

UDON-jojoJoJos maçaricados

UDON-guiozáGuiozá

Em poucos minutos nossa mesa estava vaga e pronta! Sentamos, informamos que seriam 3 rodízios e já fizemos nossos pedidos. Pedimos também um Temaki do menu regular. Os pratos chegaram com certa rapidez.

UDON-cariocas2Cariocas de salmão

Não vou falar de cada prato individualmente, mas da impressão como um todo. A apresentação dos pratos é extremamente satisfatória, sem pirotecnias desnecessárias. Aliás, o sashimi de salmão e atum em formato de flor foi uma delicada surpresa.

UDON-sashimiSashimis de salmão e atum

A minha impressão, ao olhar as mesas ao redor, foi de que os sushis do rodízio são consideravelmente menores que os do cardápio regular, o que eu achei uma bela sacada do Udon Recife! Afinal, a ideia do rodízio não é se empanturrar de comida, mas experimentar sabores diversos (algo que as pizzarias e churrascarias rodízio já perceberam há muito tempo). No entanto, essa redução de tamanho acabou por diminuir demais o “recheio” do sushi, em alguns casos, como algumas peças dos cariocas que pedíamos. Imagino que isso seja normal nos sushis grandes – alguns devem vir maiores do que outros, mas a dimensão diminuta evidencia isso. Nada que me impedisse de achar saborosíssimo e pedir tantas outras porções…

UDON-cEBI crokEbi Crock – massa de harumaki, camarão e cream cheese

Aliás, esse foi o primeiro sushi em que não senti necessidade de encharcar com shoyo ou o bendito teriaki. Como deve ser o bom sushi, ele veio bem temperado para que o shoyo servisse como um complemento, um aditivo de sabor e não como um tempero para mascarar a insipidez da comida. Muito bem, Udon! Não deixe de pedir o bolinho Udon (bolinho de atum frito com tempero da casa): um dos pontos altos da noite.

UDON_sunomonoSunomono

Claro que eu não deixaria de pedir os “sushis” doces! Aqui, nenhuma surpresa, mas a mesma certeza de um tempero bem dosado. O Hossomaki de morango, por exemplo, não veio boiando em leite condensado. Apenas um pouco daquela duvidosa (mas indispensável, porquanto deliciosa!) calda de morango de supermercado e pronto. Sentiam-se o morango e o cream cheese.

UDON-hossomaki morangoHossomaki de morango

UDON-chocolateMassinha de harumaki com creme de chocolate

No fim, nossa experiência foi bem alegra e divertida! O atendimento foi atencioso sem ser invasivo, como geralmente ocorre em alguns restaurantes que introduzem o sistema de rodízio. O ambiente já está muito agradável e imagino que ficará ainda melhor quando a reforma acabar. Com certeza absoluta iremos voltar!


Udon Cozinha Oriental

Rua Raimundo Freixeiras, 175 Casa Amarela, 52070-020 Recife

Seg-Qui:
18:30 às 23:00
Sex:
18:30 às 23:30
Sáb:
12:00 às 15:00
18:30 às 23:30
Dom:
12:00 às 15:00
18:30 às 23:00

Rodízio – R$ 43,80/pessoa (de segunda a quinta, fica por R$ 75 para o casal)


Haus Lajetop – uma bar na laje no Recife

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A Galeria Joana D’Arc, no Pina, sempre foi o reduto de alguns dos bares e restaurantes mais descolados do Recife e frequentados pelo público mais diverso dessa cidade. Foi lá que nasceu e existe, até hoje, o excelente Anjo Solto, por exemplo. E foi lá que, no local onde viveu o saudoso Boracho, nasceu o Haus Lajetop & Beergarden. E nós fomos conferir o local para te contar nossa experiência!

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O espaço conta com dois ambientes. Três, se considerarmos a área externa, que é dividida com os clientes do Anjo Solto. O térreo tem ar-condicionado. Mas, é na laje que a coisa toma a real proporção. Não que a laje tenha uma decoração a mais nem nada do tipo, mas é bem legal estar na cobertura do prédio, o que dá uma pequena descontraída no ambiente, além do vento massa! Gostei mais lá de cima, por que eu gosto de ao natural. O prédio tem uma pegada bem industrial, com os blocos de concreto aparentes.

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Na Haus eles têm pratos, petiscos, sobremesas e algumas saladas. Nós pedimos várias comidinhas. Para começar, um Hot Dawg Haus (pão, linguiça artesanal alemã picante, catchup de curry, cebola na cerveja preta, picles e molho de mostarda e ervas – R$18). Muito gostoso e com um sabor bem marcante!

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Villa Foria – Pizza de Alta Qualidade

Udon Cozinha Oriental – Recife


Também pedimos o Porkwich, que é um sanduíche de costela de porco defumada com queijo do reino, geleia de abacaxi picante (!!) e uma saladinha (R$18). Também muito bom e com a costelinha no ponto perfeito, se desmanchando na boca.

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A porção de mini hambúrgueres (R$26) é bem deliciosa e o queijo primadona maçaricado faz uma diferença marcante no sabor. Para quem adora comidas maçaricadas (o/) esse hamburguinho é uma boa pedida. Também tem uma cebolinha puxada na cerveja preta que dá um toque agridoce.

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Agora, se nada disso foi suficiente para o seu paladar exigente, prepare-se, pois eu deixei o melhor para o final. A coxinha de camarão com blend de queijos e crocante de gergelim (R$10). Sim, pode parecer infantil, pode parecer que eu endoidei, mas a coxinha é um evento. É tão boa, tão boa, que agora mesmo eu estou babando por ela que nós pedimos duas.

haus_coxinha_queijo do reino

No geral, gostamos do espaço. Atendimento legal, ambiente bem desenhado para a proposta industrial e descolada. O estacionamento conta com manobrista. Vamos voltar!


Haus Lajetop & Beergarden

Av. Herculano Bandeira, 513, Pina – Galeria Joana D’arc, 51110-131 Recife
Terça a Domingo – das 18h à 1h
+55 81 97333-4215


 

 

Sequência de fondue em Gramado – St. Haubert.s

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Quando se fala em Gramado, várias imagens vêm às nossas cabeças, mas uma das mais famosas é essa: uma mesa num restaurante agradável, iluminação discreta e reconfortante e panelas e panelas de fondues de queijo e chocolate circulando nas mãos dos garçons.

A sequência de Fondues é uma instituição quase obrigatória em Gramado (beirando a opressão, eu diria) e está se tornando uma oferta de quase todos os restaurantes da cidade, inclusive um PUB Irlandês (!!!). Nós, fãs confessos de queijos, fomos experimentar uma dessas sequências num dos restaurantes mais tradicionais de Gramado: O St. Haubert.S (Av. das Hortênsias, 1235).

hauberts gramado

A chegada foi super tranquila. Como é de costume, fomos abordados na calçada do restaurante e nos avisaram que o restaurante forneceria o transfer para o hotel gratuitamente, além de um desconto no valor do rodízio (sempre peça o desconto, mesmo que não ofereçam). Como já era a nossa escolha e estávamos sem carro, veio bem a calhar. Nos colocaram em nossa mesa, dissemos que queríamos a sequência de fondue e, rapidamente, trouxeram o couvert (algumas azeitonas, cebolinhas, uma pasta e outros pequenos appetizers).

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Não recomendaria aceitar o couvert, pois é opcional e as fondues são bem fartas. Além do mais, a panela recheada de queijos quentinhos chegou super rápido. Achamos a mistura bem granulada, diferente de outras fondues que já comemos, bem lisinhas, mas o sabor estava excelente. Infelizmente o pão servido era pão francês e estava mole. Se você já é iniciado no assunto Fondue, sabe como é difícil comer quando o pão está mole. Ele fica caindo dentro da mistura, você não consegue espetá-lo… O ideal é, mesmo, o pão italiano. Destaque para a goiabada servida para ser comida com o queijo e que faz a combinação doce-salgado mais fantástica do mundo.

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Após a fondue de queijo, veio a chapa de carnes, com diferentes tipos de proteínas e vários molhinhos. Gostosos, mas achamos um inconveniente: esse tipo de preparação exige que a gente coloque sal em cada pedaço de carne que a gente coloca na chapa. Nenhum problema, se não fosse o fato de que o saleiro era daqueles normais, que a gente sacode, sabe? Esses saleiros são famosos por entupirem e a gente tem que bater na mesa para desentupir. Agora imagina a cena: ambiente todo trabalhado na elegância e fidalguia e você esmurrando o saleiro na mesa como se fosse no bar da praia… Mas nada nos impediu de comer!

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Por último, e não menos importante, veio a nossa amiga amada: a fondue de chocolate! Chocolate meio amargo, delicioso, acompanhado de frutas fresquinhas doces e cítricas. Palmas para o chocolate que estava fantástico (mas, também, para errar o chocolate era preciso muita capacidade).

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O ambiente era muito bem decorado e bem cuidado, com referências a uma arquitetura campestre e toques que buscavam trazer alguma elegância para o espaço, como o lustre e alguns quadros. Claro que não faltaram as onipresentes peles em cima das cadeiras, mesmo sendo o salão climatizado para que ninguém sentisse o frio lá de fora. Marketing é a alma do negócio. Aqui, um destaque para a playlist que era absolutamente louca. Com ela, fomos de Vivaldi a Roberto Carlos

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 O atendimento foi muito atencioso e disponível. O único porém foi na hora da saída. Não nos ofereceram o transfer para o hotel espontaneamente e tivemos que pedir. E foi somente depois do garçom nos perguntar o que tínhamos consumido que o transfer começou a ser organizado. 15 minutos de espera e ele estava lá, pronto para nos levar até o conforto da nossa cama no hotel, que é tudo o que você vai desejar depois desse banquete.


St. Haubert.S

Avenida das Hortênsias, 1235, Gramado – RS




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Calhetas – Uma tarde. Uma Praia.

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Uma manhã de Julho.  Quatro pessoas num carro e uma vontade: curtir uma das praias mais paradisíacas de Pernambuco – Calhetas! O dia mal amanhecia e já tínhamos partido em direção ao litoral sul. Com as novas rodovias pedagiadas, a viagem não é tão ruim quanto costumava ser pelas rodovias federais, mas agora custa um pouco mais (cerca de R$ 5,90 para carro de passeio). A chegada é pelo alto e já dá para ir percebendo, lá de cima, o formato da praia e a cor do mar. Não é azul cintilante, mas é uma composição linda de se ver.

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chegada a calhetas

Para chegar até a praia você vai precisar descer a pé. Acessibilidade zero. As formações rochosas fazem da praia um reduto. Essa dificuldade de acesso e o seu formato que impede um contato mais direto com as praias ao redor, fazem de Calhetas um lugar mais reservado, sem toneladas de gentes ocupando cada centímetro quadrado. Isso acaba causando uma sensação de privacidade.

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Para o lado direito da praia, lance-se à “aventura” de fazer uma pequena caminhada por entre os matos e rochas e não haverá arrependimento. De cima das rochas, há um visual panorâmico, um contato com um mar revolto. Essa área, contudo, necessita de atenção. A maior privacidade proporcionada pelas rochas deixa as pessoas mais “à vontade”. Casais que resolvem mostrar o amor ao mar, amigos que querem compartilhar um cigarrinho controverso. Mas, nada num clima de insegurança, apenas de, diga-se, “liberdade”…

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Calhetas não é um lugar completamente ermo. Não é isolada e sem infraestrutura, como tantas praias do Nordeste, ainda inexploradas. Há barezinhos, restaurante e, até, um lugar para fazer tirolesa! Na areia, rola uma musiquinha com rock nacional e internacional. Bem agradável!

tirolesa em calhetas

Tirolesa em Calhetas!

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Como é comum às praias do Nordeste, a água de Calhetas é bem morna. Mas, atenção! Por ser uma praia de “mar aberto”, com poucos passos a profundidade do mar aumenta consideravelmente. Então, se você não sabe nadar, ou está com crianças, um pouco mais de atenção e o passeio será incrível!

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Nômade Digital: talvez não seja para você.

 

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Nos últimos tempos, um termo tem ficado muito famoso nos textos sobre viagens e trabalho: Nômade Digital. Esse é o nome que se dá àquelas pessoas cujas profissões permitem que desempenhem suas funções de qualquer lugar do mundo. Assim, não há necessidade de ficar num mesmo lugar por muito tempo, o que possibilita a essas pessoas que viajem livremente mundo afora. Uma ideia maravilhosa, não? Com certeza! Mas, apenas para algumas pessoas. Eu já planejei minha vida como nômade digital e desisti. Porquê?

É inegável que a ideia de passar a vida de país em país é muito atraente, especialmente para quem ama viajar, como eu. Eu estaria livre, conhecendo sempre novas culturas, novos povos, novas comidas. Meu Instagram ia ser sucksés (JOUT, 2015). Mas, nas minhas viagens pelo mundo, eu acabei percebendo uma coisa muitíssimo interessante: uma das maiores emoções de uma viagem, para mim, é a sensação do “ir e voltar”.

Estar de volta” significa que eu tenho um canto no mundo que é só meu, no qual eu me reconheço, no qual eu me sinto pertencente. E é esse sentimento que faz as viagens tornarem-se tão instigantes e interessantes. Eu adoro conhecer novos lugares, fotografá-los, divulgá-los. Elas são sempre um lançamento em mares ainda não navegados, mas com a certeza de um porto seguro no retorno. E esse porto seguro é formado por seus familiares, seus amigos, seus vizinhos, a sua casa e, por que não, pelo seu trabalho. Eu preciso dessa segurança, dessa certeza.

Não, esse post não foi patrocinado pela Gol para lhe incentivar a comprar passagens de Volta… Era a foto que eu tinha.

Você não precisa se sentir um fracassado por que não leva a vida viajando pelo mundo todos os dias. Essa não é uma vida para qualquer pessoa. Aliás, como qualquer vida, ela tem de servir para quem a está vivendo (Entendeu?). Eu conheço outros blogueiros e Youtubers (confere aí o Cadu Cassau) que levam a vida nômade e são extremamente felizes com isso! E são mesmo! Para eles funciona porque esse modo de vida se adéqua ao que buscam. E esse pessoal faz um trabalho bem interessante em divulgar esse estilo de vida que tem seus pontos altos e baixos, como tudo. Mas, isso não quer dizer que a minha vida tenha que ser assim, também. E nem a sua! Eu sou um escritor completamente satisfeito em, a cada viagem, ter a emoção de preparar minha casa para a minha partida e ter saudade de casa. Aliás, esse é um sentimento fortíssimo!

Eu tenho muito apego a minha casa (não podia ser diferente, para um arquiteto, né?). Eu gosto de “me colocar” em cada canto dela e de fazê-la à minha imagem e semelhança. Nada mais natural, então, do que gostar de voltar para ela! Eu amo a minha casinha! Foi nesse momento, em que eu percebi isso, que eu desisti dos meus planos de Nômade Digital.

Entendam que eu não estou chamando os nômades digitais de desgarrados, desnaturados ou qualquer coisa do tipo. O que importa é o que cada um busca para si. E o que espera encontrar nessa jornada. As tecnologias ajudam a diminuir as saudades e ausências e isso pode funcionar! Eu é que necessito de um apego diário, da vida cotidiana com os amigos e com os familiares. E pode ser que você também tenha essas necessidades, essas vontades de estar junto. Se é o seu caso, então, meu caro, a vida de Nômade Digital (também) não é para você. E quer saber? Não há nada de mal nisso!


 

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6 razões para conhecer Mendoza, na Argentina

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A Argentina é a grande queridinha dos brasileiros, na América do Sul. É difícil achar algum viajante, hoje, que não tenha ido ou que não tenha planos de conhecer a lindíssima capital federal Buenos Aires (a gente já falou dela aqui). De fato, se não a conhece, reserve a passagem e não perca tempo. Agora, a Argentina não é somente Buenos Aires. Não, senhor! É um país diversificado e com muitas regiões interessantes e que valem a visita. Hoje eu vou tentar lhe convencer a visitar Mendoza, no Centro Oeste argentino. Rá! Trabalho fácil!

1. Mendoza tem a calma das cidades do interior

Mendoza

Mendoza está a 1000km da capital Buenos Aires, aos pés da Cordilheira dos Andes e cerca de 115 mil habitantes, apesar do quase 1 milhão de pessoas que moram na Grande Mendoza. Isso tem cheiro de cidade de interior! E é! Mendoza pode pagar de moderninha, com sua Av. Aristides cheia de bares e restaurantes descolados, com seu ar turístico, mas nas suas veias correm águas interioranas e tudo de bom que isso traz. Uma cidade calma, tranquila, em que as pessoas não correm. Não há pressa. Bom para passar uma tarde jogado em algum lugar observando o tempo passar.

2. Compartilhar da Siesta

 

Se você tiver alguma compra para fazer, melhor correr na loja antes das 12h, ou correrá o risco de ter que esperar, às vezes, até as 17h. Mendoza ainda mantém a tradição da hora da siesta e o comércio fecha MESMO. Se você marcou bobeira e chegou tarde, junte-se a eles e vá para algum parque ou praça deitar numa graminha e tirar uma sonequinha . Duro vai ser querer levantar depois e seguir com o passeio…

Mendoza

3. Vistas magníficas

De vários lugares de Mendoza, você consegue avistar o que eles chamam de pré-cordilheira dos Andes. São impressionantes montanhas nevadas que fazem um pano de fundo surreal para a cidade. Ainda mais surreal quando você se lembra que Mendoza está enfiada NO MEIO DO DESERTO! Realmente, preste atenção aos canais que cortam a cidade quase que completamente. Eles são parte da estrutura de irrigação que permitiu a Mendoza se desenvolver e poder ser considerada um verdadeiro oásis.

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4. Conhecer Vinícolas e Tomar uns Bons Drinks

A região de Mendoza é conhecida mundialmente por seus vinhos e vinhedos. Aliás, a região é reconhecida pela produção do vinho Malbec, tipicamente argentino. São muitas as vinícolas que cercam Mendoza e elas são de todos os tamanhos. Desde as pequenas e familiares, até as  grandes de caráter industrial. E não falta quem venda passeios para conhecer essas vinícolas. O passeio mais famoso é o Bus Vitivinícola, que não é bem um passeio, mas um ônibus que passa periodicamente por percursos determinados entre as vinícolas e que lhe permite embarcar/desembarcar por um período de tempo. Ótimo para quem vai tomar umas tacinhas de vinho e não quer se preocupar em ter que dirigir depois.

 

vinhos maturando

 

bodega_salão

5. Mangiare Olive

Você não sabia. A gente não sabia. Ninguém parecia saber. Por isso foi uma grande surpresa chegar a Mendoza e descobrir que eles produzem não apenas excelentes vinhos, mas, também, excelentes azeites! Os óleos são produzidos também nos arredores de Mendoza e muitos lugares vendem passeios para as vinícolas em conjunto com as fábricas de azeite. Não deixe de experimentar e comprar garrafas de diversas variedades, especialmente pelos preços super atrativos. O problema é que você nunca mais vai querer saber do Galo…

 

fabrico de azeite_PASRAI

 

 

degustação de azeites_PASRAI

 

Degustação de azeite com direito a guia falando português na fábrica Pasrai

 

o doce sabor das azeitonas

Dica: azeitona, só depois de muito processamento. Não prove crua! Amarga até hoje…

 6. Se jogar na neve (de maneira mais barata)

A partir de Mendoza você consegue chegar na Cordilheira dos Andes e, se for inverno, ela estará coberta de neve branquíssima! E, o melhor de tudo: subir na Cordilheira pelo lado Argentino é muito mais barato do que pelo lado chileno. Obviamente, isso reflete na estrutura disponível para o turista. Mas, se você, assim como a gente quando chegou a Mendoza pela primeira vez, não foi apresentado à neve ou só quer um lugar para descer de esquibunda e tirar fotos legais, pode se jogar no passeio que os visuais são incríveis!

vista das cordilheiras

Mendoza

A gente gravou um vídeo mostrando Mendoza. Confere aí!


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DiVagar Gourmeco – comida excelente em Tiradentes

divagar gourmeco

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Em Tiradentes, Minas Gerais, tem um bistrô muito charmoso comandado por um italiano. Misturando a culinária do país da bota com toques da culinária mineira, o Divagar Gourmeco apresenta pratos muito bem feitos e ricos de sabor.

O ambiente é bem simples, mas com uma decoração cuidada, com elementos que remetam tanto à cultura italiana, como a enorme bandeira que fica em cima de um móvel no centro do salão, quanto à cultura e artesanato mineiros, com destaque para o imenso lustre de ferro fundido que encima as mesas ou as mesas e cadeiras, feitas com madeira e ferro e muito comuns na região do interior de Minas.

Tiradentes_divagar (3)

Mas, vamos à comida! Comece pedindo uma entrada, que bebe na fonte (aliás, toma um banho de corpo inteiro) na culinária mineira. Linguiças com molho de tomate (R$25,00), Dip de pimenta com pães (R$15,00), o maravilhoso pastel de Angu (R$ 20,00) são apenas algumas das opções. O restaurante não tem um cardápio extenso, mas é do tamanho adequado. Como estávamos sem muita fome, pedimos uma frozen caipirinha de limão siciliano com mel de abelha (R$15,00, se não me engano), servida com o gelo triturado numa taça de martíni – e que era uma delícia – e partimos para os pratos principais.


Veja mais:


divagar gourmeco

Eu pedi um Risotto de gorgonzola com favo de mel (R$25,00) que me rouba as palavras até hoje e eu não sei o que dizer daquele prato. Uma delícia!!! O arroz no ponto correto, gorgonzola de ótima qualidade e o mel para adocicar sem dominar. De fato, um prato para levar para a vida.

divagar gourmeco

divagar gourmecoDani pediu o Prato Zé-cutivo do dia, que era um Parpadelle puxado na manteiga com bolinhos (R$25,00). O prato Zé-cutivo é rotativo e sempre tem uma novidade do dia. A massa também é excelente. As porções são individuais.


DiVagar Gourmeco

Rua Direita, 10, Tiradentes, Minas Gerais
Telefone: +55 32 3355-1955

Aceita MasterCard, Aceita Visa, Reservas, Assentos (informações do TripAdvisor)

Horas (conforme informações do TripAdvisor):
Dom 12:00 pm – 6:00 pm
Seg – Sex 12:00 pm – 3:30 pm
Sex – Sáb 7:30 pm – 11:00 pm

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